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PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

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miguel sousa azevedo - terceira - açores

Senna: O livro do Pelejão.

15.04.14, MSA

Livro do Rui Pelejão...sobre o maior de todos.

À venda, a partir de hoje, mais um livro sobre a vida e a carreira de Ayrton Senna da Silva, para muitos o melhor piloto de sempre. Para mim também. E para o Rui Pelejão igualmente...

 

As palavras com que este jornalista (ex-Auto Sport) - que conheci há 13 anos, num chuvoso e saudoso TAP-Rali de Portugal que seguimos em conjunto - de escrita emocionada, grande sentido de humor e ideias firmes, apresenta a sua própria (primeira obra) dizem quase tudo:

 

ALEGRIA AOS DOMINGOS - O MEU PRIMEIRO LIVRO

Um livro, mais um. Há mais escritores do que leitores, sempre disse e não é agora que volto com a palavra atrás, porque não sou escritor, apenas um jornalista meio empregado (mais um) que escreve...um livro. Um livro sobre o piloto brasileiro Ayrton Senna.
No próximo dia 1 de maio cumprem-se 20 anos sobre o acidente de Imola.  Há vinte anos, quando não havia internet, telemóveis, tv por cabo ou outras distrações, a Fórmula 1 era a companhia dos domingos.
A seguir ao TV Rural, ao 70x7 e ao Vasco Granja, entrava pelas nossas casas o ruído dos motores e as vozes do José Pinto, do Adriano Cerqueira e do Domingos Piedade. Na pista, a nossa paixão dividia-se entre Prost, Piquet, Mansell e o Ayrton. Era um clubismo feroz discutido à mesa do café com os amigos.
Lembra-se onde estava e o que estava a fazer no dia em que a morte do ídolo brasileiro entrou em direto pelos televisores?
Quase toda a gente se lembra tão bem do dia em que Ayrton morreu como do 11 de setembro.
Uma morte é uma tragédia, um milhão uma estatística. Cumprem-se, no dia 1 de maio, 20 anos sobre o dia em que a Fórmula 1 acabou para muita gente. O dia em que o piloto que dava alegria aos nossos domingos perdeu a vida naquela curva marcada pelo destino.
Foi também há vinte anos que o meu grande ídolo, o homem que me levou às cavalitas ver o Grande Prémio de Portugal, deixou a corrida da vida. Era o meu pai, Joaquim, a quem dedico este livro.
O meu livro "A Paixão de Senna" editado pela Oficina do Livro não é uma biografia - há outras melhores e mais completas - não é uma hagiografia do ídolo, não é um romance. É a história de um homem que marcou o seu tempo e uma história daquele tempo que também marcou as nossas vidas.
Para mim, além de ser o meu primeiro livro, "A Paixão de Senna" é também um tour de force, uma maratona-sprint que me permitiu uma viagem emocional e emocionante. Se conseguir que alguns dos leitores partilhem da emoção que foi escrever este livro, já me darei por satisfeito.
Para quem escreveu um livro sobre um homem como Ayrton Senna o máximo que posso dizer é que fiquei a gostar mais dele, como um amigo que nunca conheci, com os seus defeitos, contradições e a sua condição de deus das pistas e ser profundamente humano fora delas.
De resto, o livro foi apresentado oficialmente à minha família, na festa dos 87 anos do meu Avô Manel no Arneiro, com o Tejo ali ao lado e o meu sobrinho Manel como meu agente literário.
Poder escrever uma dedicatória às pessoas que amamos no primeiro livro que escrevemos é sucesso literário suficiente. Mas se quiserem ler, também ficaria muito feliz com isso. Está à venda a partir de hoje.
Rui Pelejão

Ao Rui, e para além da merecida divulgação que farei do seu livro, entre amigos e admiradores de Senna, fica o cumprimento antecipado. Porque sei que nenhuma palavra foi usada ao acaso.
Em causa estava, e estará sempre, a memória do melhor de todos. E nisso, só com o coração se pode mexer...

- Primeiro capítulo do livro "A Paixão de Senna" online AQUI