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PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

75' Cinquentões - Paulo Carvalheiro

31.12.25, MSA

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Afinal havia mais um cinquentão de 75 a reportar, de ontem, o Paulo Carvalheiro. Homem forte da Paulcar, amante dos Porsche e piloto dedicado com gosto irrepreensível nas máquinas pessoais. Parabéns, Paulo! 🥳🤩🍻
 
Vou ver se dou nota de todos os amigos próximos que passarem o meio século neste ano de 2025, em que também me calhou essa sorte. Alguns já não terão tal felicidade, mas o certo é que os guardamos serenamente no coração. Ah vocês, parabéns! Abraços🎉🎂🍻
 

2025 - ...o (meu) ano desportivo (nos ralis)

30.12.25, MSA

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Foram seis ralis em 2025, uma temporada que começou da melhor forma, com o César Silva, a arrancarmos um 5º lugar à geral e vitória do TRAA no 28º Além Mar Rali TAC 50 Anos. A seguir, no XV Rali Ilha Graciosa, um abandono prematuro, numa prova onde acho que íamos andar muito bem. Em Santa Maria - 44º Explore SM Rallye -, mesmo com um atraso inicial a exibição foi muito boa e mostrámo-nos seguros nos dez mais rápidos do CAR. Em setembro, 1º Rali d'Angra-47º Ilha Lilás, o Citroën AX GTi estava como nunca, mas um inesperado capotanço nas Veredas estragou tudo. No 15º Rali Vinho do Pico, tempo de partilhar um maquinão - Renault Clio Rally3 - com o João Borges, mas um azar mecânico precipitou o abandono. A fechar o ano, acompanhei o regresso do Márcio Silva, no Rali Titauto-Bogani-OEC, mas tivemos de parar quando as coisas estavam a encaminhar-se. Obrigado aos meus três pilotos deste ano e às respetivas equipas, que tentei integrar da melhor forma. Ainda sem nada definido, em 2026 a prioridade vai ser novamente correr. Neste, que é o nosso, e que é #omelhordesportodomundo 😉
 
Fotos: ADBett. Rallys e @MárioPhotography
 

 

75' Cinquentões - Marco Meneses "Rush"

30.12.25, MSA

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O ano a acabar e mais um cinquentão de 75, o Marco Meneses "Rush". DJ do estilo Rap e basquetebolista do CDP, quando havia pessoal da Praia a estudar no Liceu de Angra. Parabéns para o Ramo Grande! 🥳🤩🍻
 
Vou ver se dou nota de todos os amigos próximos que passarem o meio século neste ano de 2025, em que também me calhou essa sorte. Alguns já não terão tal felicidade, mas o certo é que os guardamos serenamente no coração. Ah vocês, parabéns! Abraços🎉🎂🍻
 

75' Cinquentões - Zé Pedro Fontes

29.12.25, MSA

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Não sei se será o derradeiro cinquentão de 75 a registar, mas este é craque, o Zé Pedro Fontes. Campeão nos ralis e nas pistas, portista ferrenho, empresário de sucesso, e ainda tem muito para conquistar. Parabéns! 🥳🤩🍻
 
Vou ver se dou nota de todos os amigos próximos que passarem o meio século neste ano de 2025, em que também me calhou essa sorte. Alguns já não terão tal felicidade, mas o certo é que os guardamos serenamente no coração. Ah vocês, parabéns! Abraços🎉🎂🍻
 

75' Cinquentões - Ricardo Teodósio e Carlos Cabral

24.12.25, MSA

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Véspera de Natal e dois cinquentões de 75 para a Consoada. No Algarve, o Ricardo Teodósio, campeão e craque dos ralis, do belo frango e da simpatia. Nos EUA, o Carlos Cabral, velho amigo da Terra Chã, colega do Ciclo e que não vejo há décadas. Boas Festas! 🥳🤩🍻
 
Vou ver se dou nota de todos os amigos próximos que passarem o meio século neste ano de 2025, em que também me calhou essa sorte. Alguns já não terão tal felicidade, mas o certo é que os guardamos serenamente no coração. Ah vocês, parabéns! Abraços🎉🎂🍻
 

As nossas imprevisibilidades

24.12.25, MSA

Foto Cronica 203DI DEZ25 - As nossas imprevisibili

Não tenho grande jeito para contar histórias, apesar de gostar de as escrever. É quase uma necessidade, que nunca explorei muito, mas a verdade é que o passar dos anos nos atribui vontades diferentes, e talvez uma forma mais própria de relatar o tempo. Mesmo se ele é imprevisível.

Ora, face à dificuldade que é prever o futuro, nada mais natural do que virar atenções para o passado. As memórias são sempre mais fiéis do que as antevisões. É uma coisa lógica. Apesar de haver muitas histórias que se alteram, tal seja a intenção do narrador…é que o termo “narrativa” ganhou um fulgor diferente, por via da sua utilização política.

Este não é, assim, um texto de Natal. Mas vai daí, esta até será a época do ano em que as recordações nos atropelam com maior veemência, fruto da festa de família que existe, e até porque a associamos a uma certa mudança, a exercer no ano vindouro. Numa espécie de narrativa de promessa…

Não sei se todos sentirão o mesmo, mas cada vez mais a febre comercial me faz afastar do que será precisamente o Natal, sendo este mais um sinal dos tempos, transversal a todo o calendário, pois agora tudo o que mexa é atividade económica. Já não há eventos sem serem negócios, e isso é um mal/bem para o qual todos contribuímos.

Daí que, nestes dias de confraternização e partilha – que também já não sei se serão bem isso – é natural que a nostalgia tome conta dos momentos. E esse é um aproveitamento geral para lucrar com ela. Veja-se o constante movimento “revival” que invadiu todas as marcas e áreas de venda. Possivelmente porque a perda de originalidade é geral, restando-nos agarrar o que já foi, e atualizá-lo. Nada mais simples.

Ouço, num écran aqui mais atrás, o YouTube passar “Driving Home for Christmas”, de Chris Rea, que nos deixou por estes dias, e reporto-me instantaneamente às viagens e aos regressos, às alegrias e às despedidas. A tudo quanto temos de ir ambientando no coração, até mesmo (n)o espírito de Natal. E concordo que vai demorar um pouco, mas lá chegaremos… Boas Festas, igualmente.

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O "Maria de Lourdes" voltou a navegar...

21.12.25, MSA

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O "Maria de Lourdes" é um barco de madeira, feito à mão pelo nosso bisavô José Emílio, há talvez uns 100 anos, que recebeu esse nome em homenagem a uma filha que morreu. Nos anos 80, o nosso Pai adaptou-lhe motor e servos elétricos, com comando à distância, e passámos várias tardes a vê-lo navegar. Certo dia, no Porto Martins, o "Maria de Lourdes" tombou com o vento e encheu de água. Durante anos esteve varado no sótão lá de casa. Há pouco, o elegante barquito esculpido à navalha - já com nova alma motriz - retornou às suas funções recreativas, no Tanque do Azeite, para uma voltinha de teste. Voltámos também, instantaneamente, a ser crianças, ajudando o autor da reparação nas ações de o lançar ao desafio. O diagnóstico está feito, após um breve passeio. Precisa de "mais leme e de mais palheta nas hélices", que lhe vão facilitar a maneabilidade. O "Maria de Lourdes" vai na sua quarta geração, mas cruzou o calmo reservatório municipal, frente ao Relvão, como se nada fosse...

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Descansa em paz, Olavo

18.12.25, MSA

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Hoje perdi um amigo. Como há dias tinha perdido a conta aos milhares de linhas e palavras a divulgar todas as suas iniciativas, durante anos, incessantemente. Porque o Olavo era assim, incessante, sempre a lembrar-se de mais um projeto ou a sonhar mais um evento. Nos últimos tempos não estivemos próximos, mas isso não significa a queda de uma amizade. Isso não acontece assim de sopro. E confesso que da última vez que o avistei, nem lhe consegui dizer nada. O destino parecia traçado e as semanas seguintes confirmaram isso mesmo. O Olavo não era consensual, mas tinha a mais impressionante capacidade de trabalho que já vi. E conseguia antever as coisas quase ao centímetro. A ele muito devem os desportos motorizados, essa é uma certeza. Reergueu-se várias vezes e só a doença o fez abrandar. Todos os que o esqueceram, estão agora a lembrar-se dele e, como tantas vezes acontece quando parte alguém, as mágoas vão desfazer-se no tempo. Um tempo que foi curto demais, também porque o viveu sempre em velocidade elevada, a sua grande paixão. Ficam momentos e angústias para recordar, salpicados por muitos sorrisos e muita satisfação. Que disso não restem dúvidas. Lamento mesmo o sofrimento que o Olavo teve. Descansa em paz, amigo. Havemos de acelerar por aí...

(des)Contextualizar...

16.12.25, MSA

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O Ministro da Educação Fernando Alexandre - que eu não conheço de lado nenhum - está a ser crucificado por uma, penso eu, clara descontextualização de afirmações hoje proferidas. Sobre as residências universitárias, o governante defendeu uma maior integração da sua utilização, e disse que as instalações se degradam porque albergam apenas bolseiros, que pagam 92€/mês para lá estar, o que é manifestamente insuficiente para as poder manter. Não foi feliz na forma como se explicou, alguma Comunicação Social, no seu melhor, também não ajudou... 

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