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PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

Futebol Clube do Porto 132 anos (Documentário)

29.09.25, MSA

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"O documentário começa no coração da cidade e procura revelar de perto a paixão azul e branca, homenagear locais de culto dos Portistas e conhecer as histórias que dão força a este amor... " - Parabéns, Futebol Clube do Porto! 💙

75' Cinquentões - Maurício

28.09.25, MSA

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Olha aí o cinquentão de 75 de hoje, o Maurício Nunes. Ginasta de Santa Clara e hoje um profissional consagrado a tratar sorrisos, continua o rapaz simpático e educado de sempre, que gosta de conversar. Parabéns, Maurício!😃🥳🎂
 
Vou ver se dou nota de todos os amigos próximos que passarem o meio século neste ano de 2025, em que também me calhou essa sorte. Alguns já não terão tal felicidade, mas o certo é que os guardamos serenamente no coração. Ah vocês, parabéns! Abraços🎉🎂🍻
 

...podia ser uma breve ode aos ralis

28.09.25, MSA

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Podia ser uma breve ode - que não as há - aos ralis, mas nem é, é um simples desabafo. Porque os ralis não são um grupo de selvagens que fecham estradas e aceleram loucamente. Mas até podiam ser. Porque os ralis não são um negócio milionário, tantas vezes minado por interesses e jogadas. Mas até podiam ser. Porque os ralis não são um desporto poluente, que incomoda e atrapalha o dia a dia. Mas até podiam ser. Os ralis são uma atividade de pura superação do simples ato de conduzir automóveis, transversal a ricos e pobres que, num determinado percurso, batem os seus limites. Os ralis são um palco de arte e engenho, do técnico mais formado ao mais empírico artífice, capazes de criar e manter uma máquina única. Os ralis são uma festa de cor e emoção, cujo mote é o cronómetro e a luta contra o mesmo. Os ralis são uma mescla social, em que todos têm lugar, quaisquer que sejam as suas funções. Os ralis distinguem claramente os homens e as mulheres, que por via de um instrumento que pode ser meramente utilitário, conseguem unir dois pontos geográficos da forma mais eficaz e em menos tempo, contrariando a física, fazendo uso pleno dos seus sentidos, seguindo ídolos na cópia fiel dos movimentos. A que, repetidamente, dão uso, rumo à perfeição. Seja lá qual for o minuto em que conseguem correr. Os ralis são McRae - na foto -, atenuado por Loeb, cruzado no rigor de Röhrl e na fantasia jovem de Rovanperä. São, também por isso, e para tantos de nós... #omelhordesportodomundo

"Who's The best?"

19.09.25, MSA

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"Who's The best?", perguntou Pedro Pablo Pichardo, após conquistar o ouro para Portugal, na prova de triplo-salto, dos Mundiais de Tóquio. Pois é, chamem-lhe cubano e o que mais quiserem. É um craque e ganhou pelo nosso país. Parabéns, Pichardo 🇵🇹🥇

Basílio, o Embaixador

18.09.25, MSA

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O caro amigo Basílio Sousa escolhido, e muito bem, para embaixador da Semana Europeia do Desporto. O seu exemplo de prática física constante prova, aos 90 anos de idade, que fez a melhor opção. Abraço, Sr. Basílio! 💪☺️🥇

O regresso de José Mourinho

18.09.25, MSA

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A entrada em cena de José Mourinho como treinador do Sport Lisboa e Benfica é, sem dúvida, a notícia do dia. Ou mesmo da semana. Longe de mim fazer juízos de valor sobre o mais titulado e conceituado "Mister" português de sempre, e ainda menos sobre a sua opção de voltar a representar o emblema em que se estreou como treinador principal. Mas trata-se de uma jogada de alto risco - e de alto custo, imagina-se - por parte de Rui Costa, em pleno período eleitoral do clube da Luz. É uma incógnita desportiva o que vai acontecer, mesmo sabendo-se da qualidade do plantel encarnado. E só quem é tonto não reconhece o potencial desta sinergia. Pessoalmente, ouvir Mourinho a elogiar desbragadamente o seu novo clube - com exceção daquelas expressões dos "dedinhos", bastante infelizes - não é surpreendente. Os jogadores também beijam emblemas a cada transferência. E o comum dos mortais também será capaz de pagar um jantar aos amigos quando ingressa num novo emprego. Quanto ao resto, o tempo será o melhor conselheiro...

Nivelar por baixo

17.09.25, MSA

Foto Cronica 198DI SET25 - Nivelar por baixo.jpg

As palavras de hoje podem parecer preconceituosas ou até mesmo elitistas, pois não são. Trata-se mesmo de um repto sincero, tendo em vista a elevação dos espíritos e da sagacidade nos (nossos) dias que correm. Uma coisa quase a puxar ao onírico, mas não compliquemos…isso não vai ajudar.

Tomemos por exemplo um estabelecimento comercial, um café. Nos dias da sua abertura, certamente asseado e com propósitos de conforto e bem servir. Mas, por vezes, a continuidade das intenções nem existe, e rapidamente ficamos perante um local sujo, mal frequentado, sem manutenção e com produtos escolhidos e fornecidos ao acaso, ou mesmo em condições duvidosas. Será um triste exemplo, porque se nivelou por baixo.

A lista começaria no café e poderia seguir por aí fora – sim, pode-se usar a expressão… -, rumo a um sem número de serviços, a uma data de obras, a opções estéticas ou de gosto, à forma de se comunicar e até ao modo como as pessoas se tratam umas às outras. No fim do primeiro quarto do século XXI parece estar na moda nivelar por baixo.

Atenção que somos rodeados de bons exemplos precisamente do contrário. Mas quantos deles são elogiados, distinguidos, encorajados ou sequer merecedores de um breve aceno? Sim, são poucos. Parece má vontade, mas não é. A generalização da mediocridade prevalece cada vez mais, e já nem é por embirração que se refere isso, mas sim a constatar os factos, de que muitos nem se dão conta. Habituaram-se a que se nivele por baixo.

Uma das facetas mais notórias desta realidade menos boa é mesmo o ato de comunicar, curiosamente quando temos uma panóplia imensa de meios para o fazer. Então no que toca à utilização da Língua Portuguesa, os atentados são de palma da mão e polegares, sucessivamente assumidos, até à exaustão de quem os tente combater. O nivelar por baixo domina com vigor.

O mesmo se passa nos modos gerais de tratamento, cumprimento, interação e demais. A boa educação, que felizmente ainda respira, parece ter um pé na cabeça, arriscando o afogamento. Materializa-se uma corrosiva degradação dos usos e costumes, e quase parece mal ser gentil. Isso é, imensamente, nivelar por baixo.

Mas se pensavam que me ficava por um acabrunhado texto, sem esperança no futuro, pois agarrem-se apenas ao título, por que o fecho vai ser a subir em flecha rumo à felicidade geral. Nunca nivelando por baixo, mas a acreditar que, sem remoques excessivos nem regras arbitrárias, ainda é possível uma socialização geral com bons ares. Isso será o intento ideal…que é nivelar por cima. 

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