Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

31.Dez.22

Entrevista "caída" em desgraça...

chef luisinha.jpg

Acabei de ver a tão polémica entrevista com a Chef Luisinha, e duvido que quem tanto a criticou tenha assistido a mais do que as tontas passagens que "caíram" nas redes sociais. Uma história de vida interessantíssima, e muito mundo, no trajeto de uma mulher com sucesso. Foi isso que entendi, batatas e criptomérias à parte.
Como sempre, as redes sociais, em vez de acrescentar, destruíram...

28.Dez.22

85 anos. Parabéns, Presidente!

PdCosta retrato.jpg

No dia em que Jorge Nuno Pinto da Costa completa 85 anos, "O JOGO" publica algumas histórias, pela voz do próprio presidente do FC Porto, sobre alguns recentes - e menos recentes - responsáveis técnicos da principal equipa de Futebol dos "Dragões". Parabéns, Presidente!

PdCosta 85anos 1.jpg

PdCosta 85anos 2.jpg

PdCosta 85anos 3.jpg

PdCosta 85anos 4.jpg

PdCosta 85anos 5.jpg

24.Dez.22

Memória de Natal

Foto Cronica 162DI DEZ22 - Memória de Natal.jpg

O Natal deve ser a altura do ano em que sou mais fiel à escrita. Há vários anos que, por estes dias, “sai” sempre qualquer coisa. E o tom até vai variando, pelo que pude comprovar relendo alguns textos. Uns mais alegres, outros amplamente nostálgicos mas, no fundo, todos com otimismo presente…

Possivelmente porque, e faz parte desta época, o embelezar das ruas, a perspetiva de reencontros e festas, e talvez até as repetitivas músicas natalícias, nos abram os poros das sensações de um modo diferente. É…ou deve ser isso.

De qualquer maneira, este é um tempo em que as memórias nos afloram os sentidos. É impossível seccioná-las ou tirar-lhes fulgor. Por muito que o Natal esteja transformado num mero episódio comercial, onde a importância para a dita economia local tenta, a todo o custo, açambarcar os protagonismos.

Ainda assim, e sem dificuldades, recuei até meio da década de 80, numa cidade de Angra ainda muito marcada pelo Sismo. Em que havia lojas no rés-do-chão de edifícios com andares inabitáveis. Havia plásticos pretos no lugar de janelas. E havia uma tristeza latente, mesmo se o povo há muito arregaçara as mangas e a ilha se reconstruía.

Para uma criança a abeirar a década de vida, essas não eram realidades muito claras. Mas a das prendas e enfeites de Natal – longe de se fazerem com o aparato de hoje, pelos centros urbanos e redondezas – fazia parte deste final de ano, já em férias, e foi até uma ocupação diferente.

Antes do Natal a que me refiro, fizemos uma lista, entre primos, salvo erro, de pessoas – da família a alguns amigos – a quem daríamos prendas. O orçamento provinha dos mealheiros de cada um, pelo que o rigor foi ao centavo – sim, eram tempos de saudosos escudos -, mas nenhum dos visados ficou sem uma simples lembrança, demonstrativa de cuidado e afeto.

Não sei se é vulgar, hoje em dia, que um grupo de crianças tão pequenas vá para as lojas, compare preços, entenda onde pode ou não gastar e, mesmo sem dar por isso, adquira princípios e responsabilidades, numa saudável ação, e sem constante interferência dos pais. Pelo que tenho visto com cadernetas de cromos e afins, penso que não.

Ainda este ano, perdi um amigo. Éramos da mesma idade – com apenas 24 dias de diferença – e ficávamos meses a fio sem nos vermos. Mas num dos encontros, precisamente numa tarde angrense de 24 de dezembro, recordamos como o Natal tinha ficado diferente.

E ficou, de facto. Porque também a vida o vai ficando, não apenas pelo passar dos anos, mas porque todas as voláteis realidades se alteram sem pedir licença. E o Natal é, inevitavelmente, uma delas. Especialmente quando falta alguém à mesa da Consoada, quando o coração nos aperta o peito por essa falta. Ou quando as tais memórias parecem cada vez mais distantes.

E, nesta altura do ano em que sou mais leal à escrita, também não deixei de pecar por atraso, deixando este breve desabafo quase para as vésperas do acontecimento festejado. Mesmo se todo o mote deste alvoroço vai ficando esquecido. Que prevaleça a paz, que juntemos os sorrisos, e que seja um Santo Natal para todos.

151 Memória de Natal - DI 24DEZ22.jpg

21.Dez.22

Tremideira

FGomes dirgente.png

Sigo, anualmente e com o maior orgulho, a Gala dos Dragões de Ouro. Este ano, ao ver o galardão de Dirigente do Ano entregue a Fernando Gomes - o gestor, ex-autarca e ex-ministro, atente-se -, o meu portismo tremeu. O homem encerra tudo de que não gosto na vida pública e, agora, na tarefa clubística que, sei, ainda existe e muito por esse país fora de forma desinteressada e pura.
Tentarei estar restabelecido após a Consoada...
18.Dez.22

Money Talks...

argentina.jpg

"- Dieguito, que grande tarde de bola..."

Terminou o Mundial do Dinheiro. Parabéns aos vencedores e aos vencidos. Houve heróis dentro e fora de campo. A podridão já vinha de trás, mas foi, efetivamente, um espetáculo enorme, até ao último minuto...

17.Dez.22

Litoral

SE Litoral 92 1.jpg

Por acaso, falhou-me a data, mas em outubro passaram 30 anos da primeira vez que se correu a classificativa "Litoral", em Angra do Heroísmo. Na altura, cada morador no percurso recebeu esta informação. Foi a estreia de um grande troço de rali, que em parte ainda mantém o seu carisma.

SE Litoral 92 2.jpg

SE Litoral 92 3.jpg

17.Dez.22

Publicidade

publicidade.jpg

Acho que ainda não "engoli" muito bem esta moda das grandes marcas se terem convertido a intensas mensagens de humanidade e tolerância nos seus filmes publicitários e demais campanhas. Mas o problema deve ser meu e do meu cepticismo, cada vez mais descrente(s) face à violência comercial que vivemos. Vale que é a semana do Natal. Haja tolerância, mesa farta e valentes contas de supermercado...

16.Dez.22

Christmas

arvore.jpg

...na árvore de Natal do Grupo Parlamentar do PSD/Açores. Boas Festas e um Feliz 2023 para toda esta extensa equipa, com quem continua a ser um gosto trabalhar 🎅🌲🎉

Pág. 1/3