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PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

04.Fev.17

Canal Parlamento.

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E volta a falar-se na criação de um Canal Parlamento para a Assembleia Regional, agora a "expensas" da RTP-Açores e, claro, do faustoso erário público.

Fica a minha modesta - e nostálgica - sugestão para os intervalos regimentais...

03.Fev.17

Cara de pau.

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José Sócrates está, em direto e de mão no peito, a explicar porque processa o Estado português. Como se previa, pretende continuar a governar-se à nossa conta. Talvez a sucessão a Marcelo seja o sonho seguinte. É muita cara de pau...

 

02.Fev.17

Um mau aficionado é pior do que um anti taurino (DI)

Entrevista DI Miguel S Azevedo Atlântida Taurina

Miguel Sousa Azevedo, responsável pelo programa “Atlântida Taurina” (Rádio Clube de Angra)


1 - O programa do RCA "Atlântida Taurina", que apresenta, vai começar a ser emitido na Califórnia. Com que públicos conta nesse Estado que possam estar interessados na atualidade taurina açoriana?

Trata-se de um público vasto, porque há de facto uma grande afición na nossa comunidade emigrante. E isso prova-se ano após ano. No caso, será através de um radialista açoriano, o Euclides Álvares, que tem há quase quatro décadas (desde 1978) o programa "Voz dos Açores" no ar. Para termos uma ideia do seu alcance, posso referir que o mesmo é emitido nos portais www.radioportugalusa.com, www.radiolusalandia.com e www.radiotvartesia.com, nos seus diversos canais. Costuma divulgar muita da atividade sócio cultural da Região e, mediante o seu contato, só tínhamos de aceitar e mostrar a maior disponibilidade.

2 - Qual o estado da arte taurina em terras da califórnia? Que papel desempenham os açorianos nesse meio ao nível da tauromaquia?

A Festa Brava conheceu, no final dos anos 70, um incremento especial na Califórnia, por via da ação de vários emigrantes, quase todos terceirenses, e que implementaram a realização de eventos taurinos – festivais de praça e touradas à corda - com alguma regularidade, construindo mesmo infraestruturas para o efeito. Essa realidade, que coincidiu com a formação do Grupo de Forcados de Turlock – a cargo dos fundadores do ainda jovem grupo da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, com elementos locais - e com as primeiras idas de cavaleiros de cá, como João Carlos Pamplona e João Miranda, já depois de Raul Pamplona também ter toureado na Califórnia. Mudou-se assim o paradigma das touradas naquele estado norte-americano, apesar da exigente legislação vigente e das políticas de defesa dos animais. Hoje existem várias praças de toiros e várias ganadarias, com a particularidade dos eventos taurinos terem de estar associados a festejos religiosos, por obrigação legal.

3 - É possível evoluir para um programa que ligue a atividade taurina nos Açores e nas comunidades, isto tudo num mesmo programa?

No fundo vai ser assim. O Rádio Clube de Angra é uma casa com história, e que vive da entrega dos seus funcionários e da generosidade de imensos colaboradores, onde me incluo, apesar de também ter funções diretivas. Dependemos da vontade e da disponibilidade de cada um. No caso do “Atlântida Taurina”, é uma parceria entre a Tertúlia Tauromáquica Terceirense e o RCA, pelo que apenas tentei levar mais longe este desafio, agora em formato quinzenal. Vamos partilhar conteúdos e penso que o programa ficará a ganhar.

4 - Qual a sua opinião sobre o futuro da tauromaquia entre nós e também junto das nossas comunidades emigradas, tendo em atenção o debate que ocorre hoje à escala global e que opõe defensores das touradas e defensores do seu fim?

Já por várias vezes referi que a Festa Brava – prefiro chamar-lhe assim – tem raízes que se perdem no tempo. E que no nosso caso particular, terceirenses, se trata de uma paixão geracional. Não é preciso saber de toiros nem subscrever canais de televisão para gostar da envolvência que as várias tradições taurinas encerram. Mas há um papel pedagógico, que cabe aos organismos ligados à Cultura, e nomeadamente, à cultura taurina, que é o de educar os públicos. No caso particular da Tauromaquia, ou Festa Brava – escolham a expressão –, acho que o grande problema nem serão os detratores, mas antes os maus defensores. Um mau aficionado é pior do que um anti taurino…

 

02.Fev.17

Friends.

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Pela terceira vez em quatro anos, vou passar a quinta feira de Amigos fora da Terceira. Na década passada, isso aconteceu várias vezes. Nem assim os laços se quebraram, apesar de algumas faltas, apesar de alguns sobressaltos. Um abraço aos verdadeiros e sãos amigos. Felizmente, ainda são muitos.

 

01.Fev.17

Por dentro dos fogos...

Incendio Rui Caria.jpg

O fotojornalista Rui Caria - um nazareno radicado há vários anos na Terceira. E um caro amigo - conquistou o prémio, na categoria Documentário, da "1x Photo Awards 2016". A distinção coube a uma fotografia, captada em agosto do ano passado, durante um incêndio florestal em Concavada, concelho de Abrantes.

A imagem em causa insere-se numa série documental que o Rui Caria tem desenvolvido ao longo dos últimos cinco anos, onde tenta mostrar, "por dentro", como funcionam os bombeiros através de documentos visuais.

No caso em apreço, mesmo sem a força das labaredas em destaque, a intensidade é grande. Parabéns, Rui.

 

01.Fev.17

"Atlântida Taurina" também na Califórnia.

Logo Atlântida Taurina RCA.png

O "Atlântida Taurina" - magazine taurino quinzenal do Rádio Clube de Angra (RCA) - voltou em força à antena, e passará a ser emitido na "Voz dos Açores", programa de Euclides Álvares, que vai para o ar em várias estações de rádio da Califórnia, com o qual serão igualmente partilhados conteúdos locais. 

Segundo Miguel Sousa Azevedo, responsável pelo programa, "estão agendados 14 espetáculos taurinos em 2017 para a Califórnia, sendo que a nossa comunidade emigrante é a grande impulsionadora desse fenómeno, estaremos agora sempre informados sobre os mesmos. No fundo, são a tauromaquia e a aficíon a estreitar laços, no caso pelas mãos do RCA", referiu.

 

 

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