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PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

20.Jan.17

Timing.

A aturada discussão parlamentar de hoje durou 16 minutos. Demorei mais que isso a vestir-me. E houve quem chegasse ao plenário...quando já tinha acabado!

 

18.Jan.17

Repto.

Aos senhores(as) jornalistas em plenário:

Seria, de todo, útil, fazer um balanço dos horários (in)cumpridos na ALRAA. Falo das horas de início - e reinício - de cada sessão, da duração de cada intervalo, enfim daquelas coisinhas que, somadas em cada dia, totalizam horas de desrespeito pela campainha autonómica...

 

18.Jan.17

A "tal" Perícia...

Foto Rui N Costa.jpg

Outra imagem fantástica do desporto motorizado terceirense. Esta foi tirada pelo Ricardo Laureano, durante a Perícia que se seguiu ao Rali Ilha Lilás/Apolo 20, em 1984, o rali que deu a primeira vitória ao Tiago Costa (Opel Kadett GT/E), curiosamente na primeira vez que terminou uma prova. Naquele tempo, as perícias realizavam-se no dia a seguir aos ralis - ou, por vezes no dia anterior -, e havia uma entrega especial dos pilotos para disputar os melhores lugares daquelas provas complementares. No caso, o Opel 1904 SR é guiado pelo Rui Natal Costa, que nem tinha feito um rali por aí além, mas que deu um espetáculo de condução na Praceta dos Descobrimentos. Foi 2º na Perícia, atrás do Horácio Franco, que desisitira no Rali com o bonito VW Golf GTI azul.

Foi uma prova de Perícia inesquecível, com imenso público e durante uma fabulosa tarde de domingo, mas que terminou antes do programado, depois do Rui Ferreira ter subido para a rotunda com o enérgico Toyota Starlet ex-Salvador Caetano, numa imagem que nenhum adepto esquecerá...

Eram grandes tardes, estas das Perícias pós-rali. Aliás, tudo era uma festa naquela época das nossas competições de estrada, que recordo com alguma nostalgia. Na mesma altura, e a 300 metros da rotunda, ainda não se sonhava que o Terceira Automóvel Clube teria, dois anos mais tarde, a sua sede social, realizando-se um enorme sonho...

 

17.Jan.17

Dormidas.

Capa DI Low Cost 17jan17.jpg

O título é bastante tendencioso, e quem ler a peça - já agora, o balanço feito é ao primeiro mês e meio... - facilmente percebe isso. Por outro lado, o Freeport, o IKEA e o Colombo devem ter tido mais uns quantos fregueses nesse (curto) período de tempo...

 

16.Jan.17

A imagem.

Fulvia HF.jpg

Esta continua a ser, para mim, a mais icónica imagem dos ralis terceirenses: Finais da década de 70, o Lancia Fulvia HF da dupla João Ilídio Brasil/Luís Fagundes "Maravilhas", a saltar nas lombas do antigo Barro Vermelho. Está toda uma História, neste registo...

 

15.Jan.17

@titude.

Quando estamos bem dispostos - e com as energias em sorriso -, um domingo cinzento e meio chuvoso é apenas o cenário a que teremos de adaptar a roupa, a comida e o canal de televisão a seguir...

 

14.Jan.17

Atlântida Taurina nº26 (RCA)

Logo.png

Apresentação: Miguel Sousa Azevedo/Edição:Pedro Ferreira:

- Adalberto Belerique faz o balanço de 2016 para os Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense

- O Aficionado da Semana é o cavaleiro tauromáquico João Carlos Pamplona

- Recordamos o recentemente falecido forcado Paulo Magalhães.

14.Jan.17

CAR 2017: Ano novo, campeonato velho

IMG_6995.JPG

Fotos: António Bettencourt

 

Com o início do novo ano – e mesmo sabendo que esta coisa de regulamentos e campeonatos nunca chega a tempo para as equipas estruturarem os seus projetos com a devida antecedência -, esperavam-se novidades no panorama da principal competição motorizada regional. A poucos meses de eleições na Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), seria um bom prenúncio registar mudanças, umas pela auscultação dos participantes nas provas e outras emanadas pelo bom senso geral. Ao que se sabe, nem uma nem outra aconteceram, mesmo se (ainda) não se deu o caricato episódio de serem publicadas várias versões de regulamento para o Campeonato dos Açores de Ralis (CAR). É que há um ano foi assim…

Tradicionalmente oneroso, dada a descontinuidade territorial do arquipélago, o CAR é atualmente uma competição praticamente moribunda na sua génese. Mesmo se em 2016 se bateram dois recordes absolutos, com Ricardo Moura a vencer à geral todas as provas da época, e alcançando assim o seu nono título – desempatando com Horácio Franco nesse “ranking” particular -, duas marcas que nenhum piloto antes conseguira. E até se pode realçar o título do jovem Rafael Botelho nas duas rodas motrizes, mesmo estando bem distante a animação que aquela categoria já conheceu. Aliás, e reportando-nos ao campeonato de 2016, verifica-se que apenas 4 pilotos correram a totalidade das suas provas. Isto num universo geral de 85 participantes, sendo que 36 fizeram apenas um rali e 57 não alinharam em mais do que duas provas. Estes valores, numa leitura muito simplista, comprovam que o CAR vive tempos difíceis. As causas são várias, e tudo se pode atribuir à eterna crise económica e às dificuldades que as equipas têm em angariar apoios. Até porque, e esta é uma leitura amplamente pessoal, os custos fixos com licenças baixaram bastante, as organizações tentam criar boas condições de apoio para as duplas deslocadas, e até as associações de pilotos – que continuo sem entender porque estão divididas e não unidas… - chegaram a alguns acordos interessantes no tocante a transportes e estadias. Continua presente o óbice com os caríssimos elementos de segurança (capacetes, Hans, cintos de segurança, baquets, extintores, etc) para equipas e viaturas, mas isso são contingências mundiais e não é apenas nos Açores que essas regras têm de ser seguidas. E até porque nunca ninguém disse que o automobilismo é uma atividade barata…

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O que não entendo é a fraca promoção do CAR como competição – onde, recorde-se, até podem ser campeãs equipas de fora da Região -, como conjunto de provas que têm atrativos e características especiais, como um orgulho e não como um peso. Não se entende que não haja um site do CAR, que não haja uma cobertura efetiva e contínua pela Comunicação Social – bem sei que o setor também atravessa momentos difíceis -, não se podendo aceitar que a estação pública de televisão demore uma semana (!) a preparar um resumo de uma prova. E isso aconteceu recentemente. Os ralis precisam de ser “vendidos” de outra forma, e é quem ocupa lugares de decisão – e, nos Açores, os clubes que organizam as provas do CAR até estão reunidos em associação… - que o pode fazer de forma clara. É inaceitável que, na mesma Região, um dito emblema passe “por cima” dos outros na marcação de datas de uma das suas duas provas. Especialmente se andou dez meses de um ano sem organizar uma única atividade…

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Outro lamento tem a ver com a entrega de prémios - ou Gala FPAK, como lhe queiram chamar… - do campeonato açoriano, que em 2016 se voltou a realizar exclusivamente em Ponta Delgada – desta feita com mais uma estrela no Hotel… -, depois dessa entrega ter sido repartida entre Terceira e São Miguel (2015), e com os elogios que se conhecem. Nas últimas quase três décadas, apenas por três vezes os premiados terceirenses tiveram oportunidade de receber os prémios em casa…é pouco.

No fundo, e muito mais haveria para dizer e escrever, estes são alguns lamentos, mas que não retiram brilho à qualidade das organizações e à entrega extrema que concorrentes, colaboradores, adeptos e diversas entidades demonstram perante os ralis. Afinal, trata-se de uma atividade que desperta paixões. E é sempre em prol dela que as análises devem ser feitas. Mesmo se os anos passam, e o CAR vai ficando velhinho e definhado…

calendario.jpg

Peça DI CAR 14jan17.jpg

 

13.Jan.17

Sem abrigo no antigo Hospital (DI)

Sem Abrigo Hospital DI 13jan17.jpg

Há menos de um mês, numa reunião em que estive presente, o sr. presidente da Câmara de Angra garantiu que não dormia ninguém no hospital velho. Refutei, porque vivo bem perto do edifício, e há mais de um ano que isso acontece. E que anda gente por ali todos os dias.

Logicamente que a responsabilidade não é do autarca, mas por vezes convém só falar do que se sabe...

 

12.Jan.17

Leite.

Transporte de leite, S Miguel, Açores.jpg

O Secretário Regional da Agricultura foi à Assembleia da República reclamar mais apoios para o leite açoriano. Na ocasião, aproveitou para convidar os deputados que compõem o grupo de trabalho que está a estudar - acho que é isso... - a temática para vir em breve à Região.

Vá lá, sempre se vão vender mais umas cracas, lapas e cavacos. E aumentar o número de chegadas ao Aeroporto João Paulo II.

É assim que se movimenta a Economia...