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PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

PORTO DAS PIPAS

miguel sousa azevedo - terceira - açores

07.Out.11

Lusitânia “confiante” no Troféu António Pratas

Nuno Barroso dá indicações ao plantel...

A equipa de basquetebol do Lusitânia/EXPERT parte hoje para o continente “confiante numa boa prestação” na “Final Four” do Troféu António Pratas/LPB, competição com fase concentrada em Vagos, e onde o emblema terceirense vai defrontar o Sport
Lisboa e Benfica, amanhã (sábado) pelas 20:30 (19h30 nos Açores).

O Lusitânia/EXPERT assinou um início de época oficial muito promissor, pois garantiu o primeiro lugar no Grupo Centro/Sul do Troféu António Pratas/LPB, numa fase em que disputou os dois jogos em casa dos seus adversários.

A equipa de Nuno Barroso começou por perder com o Casino Ginásio por 58-56, num jogo em que o treinador terceirense lamentou “a má entrada em acção”, assim como a posterior “incapacidade para reagir, após a aceleração do adversário, o
que levou à nossa derrota”, considerou. O melhor veio depois, com a vitória sobre a Académica de Coimbra por uns expressivos 77-51, numa partida “onde estivemos praticamente perfeitos a defender e também bastante eficazes no ataque”, disse ainda sobre a jornada do passado fim-de-semana o timoneiro dos verde-e-brancos de Angra. Todas as equipas do grupo totalizaram três pontos, correspondentes a uma vitória e uma derrota, beneficiando o Lusitânia pela melhor diferença obtida entre os pontos marcados e sofridos, daí o acesso à ambicionada “Final Four”.

Para o jogo com os encarnados, Nuno Barroso acredita que, “mesmo sendo equipas com aspirações diferentes, temos de entrar em campo de peito aberto e a jogar para ganhar. É a nossa única forma de encarar este desafio e este troféu estava nos objectivos da equipa, pelo que vamos dar o nosso melhor, perante um rival forte”, concluiu o treinador lusitanista.

Na outra partida vão defrontar-se F.C. Porto e Ovarense.

porto das pipas PRESS...

 

04.Out.11

Coelhos "urbanos"...

Os coelhos na vizinhança...

 chamam à atenção de miúdos e graúdos...

Para que não se pense que apenas nas zonas rurais há felizes animais em liberdade, estes coelhos "habitam" no centro da freguesia da Conceição e são atracção de passagem para miúdos e graúdos. Uns verdadeiros coelhos urbanos!...

01.Out.11

Uma grande aventura em dia de Peregrinação…

Os dois heróis em andamento...

Foto: Miguel Bettencourt

Ultra Trail até à Serreta!

 

Passava pouco das seis e meia da manhã do passado dia 10 de Setembro – e numa altura em que milhares de terceirenses rumavam ao Santuário da Serreta em peregrinação anual - quando José Maria Oliveira e João Magalhães, iniciaram um desafio
físico de monta, a que se denominou “
Ultra Trail Senhora da Serreta” – um certame que o primeiro dos dois corredores preparou com minúcia, e que ligou o porto de São Fernando, no Porto Martins, ao Santuário do referido destino de fé e crença. Foram mais de 53 kms percorridos pelo interior da Terceira – com um desnível positivo acumulado de 2164m e 1906m de descida acumulada -, que ambos conseguiram correr em 6 horas e 45 minutos!

 

Numa reportagem bem à distância do feito – e assente nas fotos que o Miguel Bettencourt, esse sim companheiro de grande parte da empreitada -, convirá referir que José Maria Oliveira é um sintrense radicado há poucos anos na Terceira, ilha pela qual se deixou cativar – como aliás bem demonstra no seu blogue “O Arrumário”, onde vai revelando um conhecimento e uma curiosidade pelas nossas paragens de deixar qualquer habitante local com uma certa inveja (no bom sentido que a palavra possa ter…), e afinal comprovando as valências e particularidades deste nosso pedaço de lava e bruma. Foi ele o autor deste desafio atlético, onde acabou por ser acompanhado por João Magalhães, conhecido participante das provas locais de atletismo que, segundo apuramos “se revelou um corredor muito forte”, apesar de não se ter preparado “especificamente” para a tarefa, conforme desabafa José Maria Oliveira, numa breve crónica que publicou on-line sobre o feito.

Depois de percorrida a marginal do Porto Martins, as ligações seguintes começaram na Canada do Serra, “com os primeiros 20km a poupar e à conversa”, revelou o corredor, num trecho até ao primeiro apoio, na Agualva, onde se anteciparam (!) à ajuda combinada. O grande desnível da subida até à base do Pico Alto foi “um desafio duro”, assim como a posterior entrada “numa zona de completo mato, do Pico Alto até ao ombro de onde se avista a Rocha do Chambre, com o terreno muito encharcado, coberto de vegetação e em acentuado declive”, que levou os dois corajosos corredores ao planalto “de onde já se avista o resto da ilha para Oeste, o momento de maior prazer do percurso”, diz José Maria Oliveira. Depois, espaço “para uma descida longa, muito suave, em terreno de montanha, até à Caldeira da Rocha do Chambre”, isto já “com cerca de 35km nas pernas”, e visando a subida final para a Lagoinha da Serreta, atravessando a floresta que cobre a área Norte da Serra de Santa Bárbara. “Fazendo as subidas a passo e as rectas e descidas em corrida, o cansaço era já muito evidente”, com a referida subida a ser “o castigo final, a cerca de 760m de altitude, já só faltando rolar até ao santuário da Senhora dos Milagres”, a grande meta, que foi alcançada com esforço e dedicação.

Numa palavra de apreço à iniciativa – e revelando que o seu autor, como aliás bem se viu, não queria grande alarido em torno da mesma… - atrevo-me a citar a sua frase final, onde partilha que “inventar um objectivo duro, na corrida ou noutra coisa qualquer, investir nesse projecto e finalmente alcança-lo é uma coisa que toda a gente devia ir fazendo com regularidade ao longo da vida. Enche-nos de satisfação e fortalece-nos”. É bem verdade, Zé Maria…

 

 

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