Desde muito novinho tive a noção de que havia meninos diferentes. Na Escola Primária da Conceição, que era uma enorme fonte de vida no coração da freguesia e da cidade de Angra, talvez houvesse algum menino diferente, mas nem me lembro. No Conservatório, havia um invisual, o Renato. E aqui ao pé de casa, o José Luís. Ouvíamos falar numa escola de Educação Especial, mas nem sabíamos ao certo onde ficava, ou como era. Uns tempos adiante, recordo perfeitamente uma carrinha que (...)