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PORTO DAS PIPAS

miguel de sousa azevedo - açores

PORTO DAS PIPAS

miguel de sousa azevedo - açores

30.Dez.12

À janela...

-Então, esse Natal? Foi bom?

-Foi, mas já passou...

-Ficaram por aqui? E a passagem de ano?...

-Estamos por casa dos meus pais. Passamos cá, ou então em Queimada...

-Em Queimada?...

-Sim. Queimada. Fica à beira de Baião. Se calhar vamos até lá.

-Olha, gozem bastante. É para o que estamos.

-Certo. Aparece por cá nestes dias.

-Vou aparecer. Aliás, vamos aparecer... Obrigada. Um beijo.

 

(Diálogo de há uns minutos. Ouvido aqui debaixo da janela. Com uma deliciosa, e cantada, pronúncia tripeira)...

28.Dez.12

Parabéns, Senhor Presidente!

Parabéns, Senhor Presidente...

Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa (n. Porto, Cedofeita a 28 de Dezembro de 1937) é o 33.º Presidente do Futebol Clube do Porto, ocupando o lugar desde 1982.

É o dirigente desportivo com mais títulos do futebol mundial. Completa hoje 75 anos de vida.

Parabéns, Senhor Presidente!

26.Dez.12

Sabores.

A um ano que passou. Que correu célere. Que foi tropeçando amiúde nos sentidos da vida supersónica que hoje consumimos. Um ano que pareceu não ter doze meses nem 52 semanas. Pareceu diminuir-se no tempo e aumentar-se na intensidade. Possivelmente porque, a cada (mais) um que vai passando, se encurta a idade que nos separa do final. E as etapas vão-se sucedendo, a par e passo com o IVA inerente aos serviços que prestamos a nós próprios...

26.Dez.12

Operação Natal.

Porque há sempre uma altura do ano em que fazemos um balanço de toda a nossa atividade. Por hábito, por inerência, por nostalgia, é no Natal que costuma calhar essa apresentação pessoal de cont(r)as. A que se seguem novos propósitos, inéditos projetos, visões premonitórias de um verão que vem longe e, bem lá por dentro, uma saudade imposta pelo passado recente.

Afinal, e até por uma questão cultural, é neste tempo de solidariedade - uma coisa que nunca compreendi em pleno, mas... - que tantas vezes se tentam orientar os caminhos e aligeirar as ideias. Pessoalmente, e para lá da ingestão de algumas (ou muitas) calorias a mais - e falo no final de um ano onde atingi um peso físico inaudito... -, o Natal acaba por ser uma regressão constante, assim em jeitos de recalcamento, mas sem o teor negativo que qualquer um dos sentidos possa albergar.

Para lá ainda da febre consumista, esboço um sorriso premente, num misto estranho de consciência tranquila e de coração apertado. Mas isso até já vinha de outras Consoadas...

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