Miguel Sousa Azevedo

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Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

Ainda mais, José?

tenho um amigo que já me disse estar a apertar na fivela...

O país - o nosso... Portugal. Conhecem? - deve estar ainda a digerir as palavras e as medidas ontem enunciadas por José Sócrates. Não é que o primeiro-ministro veio dizer à lusa pátria que tinha um "grave problema de finanças públicas"?

Coitada pobre da nação portuguesa, que ainda há uns dias via os seus gestores públicos e demais compinchas responsáveis pela "populaça" a "abrir" de BMW série 7 e Audi A6 rumo a comezainas graúdas com os seus amigos angolanos e afins; que ainda há uns dias via o mesmo Sócrates - num comício encenado à beira mar de Matosinhos - dizer que acreditava no rumo traçado e em todas as respostas para o futuro que o seu governo asseguraria; que ainda há uns dias aferia as maiores manifestações de pesar pela interferência do presidente da república na instalada e cor-de-rosa paz institucional.

Enfim, esta mesma pátria assistiu ontem, de dentes e punhos cerrados e refastelada no sofá, ao anúncio alarmado de medidas de austeridade com o objectivo de consolidar as contas públicas. Entre essas medidas - uma palavra que foi repetida até à exaustão mental de todos os habitantes da dita... - estão o corte de 5% na massa salarial dos funcionários públicos, o congelamento das pensões já em 2011 e o aumento em 2% do IVA, que passará a ter o mesmo número do famoso Michael Jordan. As restantes taxas do IVA também vão ser revistas. Enfim, um "apertão" no cinto dos pululantes portugueses, que já andam a fazer contas ao tecido para virar as calças para as costas...pelo menos deixam de ver a fivela com tanta frequência, sentindo apenas o seu frio raspar nas costelas...

publicado por MSA às 13:02
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A nova aventura de Ken Block...

publicado por MSA às 11:45
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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

As “soltas” do 32º Rali Ilha Lilás…

Ricardo Moura dedicou a vitória alcançada ao seu mecânico de confiança Adérito Melo. O simpático micaelense não pôde estar presente na Terceira devido a um infeliz acidente de trabalho nas vésperas do rali. Fazendo nossas as palavras de Moura, que lhe atribuiu grande parte da responsabilidade dos títulos pela imensa fiabilidade do EVO9, desejamos ainda a recuperação possível ao nosso amigo Adérito.

 Gustavo Louro recebe o prémio de Piloto do Rali...

Fotos: Ricardo Laureano (RL photo), Benjamim Bento e André Costa.

 

Gustavo Louro foi eleito o “Piloto do Rali”, em mais uma iniciativa do nosso jornal, que novamente escolheu o piloto que mais se destacou na estrada. Jorge Silva (Diário Insular), Ricardo Laureano (RL photo), Francisco Veloso (Formula Rali), Pedro Ferreira (Rádio Clube de Angra) e Costa Martins (Fábrica de Tabaco Estrela) escolheram o vencedor, desta feita numa votação muito dividida. Louro recebeu uma peça alusiva ao feito, baseada numa imagem exclusiva do cartoonista Bruno Rafael. Em jeito de cópia, um outro prémio foi criado nas vésperas da prova, tendo o piloto Ricardo Dias sido distinguido, curiosamente mesmo sem todos os convidados terem votado para a menção…

 Ricardo Dias/Jorge Pereira, no pequeno Fiat Cinquecento...

Mas Ricardo Dias foi mesmo um valor que se confirmou na estrada, ele que participou como vencedor da “Academia de Rali” promovida pela Auto Avelino Sport. Muito limitado pelas capacidades do pequeno Fiat Cinquecento, Dias foi para a prova pleno de confiança, e a forma como traçou trajectórias e encarou o desafio confirmou a sua valia como piloto, assim como a valia da iniciativa que o “descobriu”…

 

Na sexta-feira à noite uma das novidades foi a “Curva Sagres”, uma iniciativa que visou distinguir a melhor passagem junto ao Restaurante “Beira Mar”, num galardão que seria também ganho por Gustavo Louro e Tiago Azevedo, autores de uma curva espectacular junto à antiga Alfândega. Joaquim do Carmo e um júri convidado escolheram a prestação do terceirense, que depois as imagens e o muito público amplamente confirmaram.

A uns minutos de iniciarmos as nossas funções...   

Desta feita o repórter de “a UNIÃO” teve um contacto diferente com a prova, tudo devido ao convite do piloto Paulo Maciel para que fosse o seu navegador no carro-zero. No Saxo Cup de treinos do já campeão da Formula 3, as emoções foram contidas pela responsabilidade de sermos carro de segurança, mas ouve notas de andamento, passagens rápidas e uma vivência excelente dentro de um carro de competição e com um grande piloto ao volante, sem dúvida a melhor visão para quem quer apreciar e analisar o fenómeno dos ralis. Obrigado ao Paulinho, e agora ainda cresce mais a vontade de fazer provas com outras ambições…

 José Patrício, sempre em grande actividade...

José Patrício, o popular “Néné”, é sempre bem recebido na Terceira, terra onde há muitos anos participa em ralis, e pela qual nutre um especial carinho. Homem crente e de alma festiva, nem quando o acelerador do bonito Escort Mk2 o deixou ficar mal, lhe passou a boa disposição. Afinal, e quando se reúnem a amizade e o desporto como na sua equipa e companhias, não há mal que não dê em fartura…nem que seja à mesa!

 Jovens espectadoras em excelente pose no final do rali...

O público pareceu algo arredado desta edição do “Lilás”. Não que as estradas estivessem pouco compostas de espectadores, muitos deles de tenra idade e até já bem entendedores da coisa, mas a “concorrência” social para o fim-de-semana era imensa – com as festas em São Carlos e nos Biscoitos -, deixando um ou outro local mais despovoado que o costume, mesmo se a enchente no Litoral tenha sido, novamente, retumbante.

 Pois... foi mesmo uma noite de recordações...

E foi mesmo pelos toiros do porto dos Biscoitos que começou a conversa que iria dar em noite de recordações. No dia seguinte ao rali, o pequeno grupo que saiu junto da casa do José António Pacheco – piloto do carro 00 e anfitrião em grande estilo… -, foi mesmo acordar o antigo navegador Orlando Couto e, na mesma mesa, juntaram-se a esposa deste com os seus filhos e do antigo piloto Paulo Costa, o “puxador” da conversa “Licas” Pimentel, os Luíses Rego – júnior e sénior… – e o jornalista de serviço. Que não deixou passar em branco um manancial de histórias, que um dia ainda darão belas páginas dos ralis e da vida… 

 Ricardo Carmo, em mais um rali azarado...

Ricardo Carmo foi um homem azarado durante o fim-de-semana, mesmo se a contenda começou com um excelente segundo lugar na especial de abertura, seguindo-se o assumir de que o pódio era um objectivo alcançável, não fosse um furo que desmotivou o piloto. Em 2010 as coisas não têm, de facto, corrido bem ao recruta terceirense do “Team Além Mar”, mas nada que justifique o ataque aberto, e consecutivo, que alguma comunicação social lhe move. Quem percebe de ralis, e sabe distinguir os carros e as situações, bem poderia esforçar-se para ter mais atenção a esses factores…

 

Foram três as classificativas interrompidas devido a acidentes com três Citroen Saxo Cup. De manhã, as duas do Barro Vermelho foram paradas pelos despistes dos irmãos Artur e César Silva e, já de tarde, a segunda das Canadinhas foi bloqueada pelo carro de Paulo Vilas. Em duas das ocasiões, o rali parou mesmo no concorrente nº30, Cláudio Cabral, que não deve ter achado, como tantos outros, especial piada por ficar com menos três troços percorridos…nem à repetida coincidência!

 Pedro Vale assinou mais uma grande prestação na Terceira...

Pedro Vale, que na Terceira foi acompanhado por Abel Carreiro – e que, na foto, ladeia o EVO7 com a sua “team-manager” Carla Vale… - sagrou-se vice-campeão açoriano em 2010. Um resultado que premeia um ano de andamentos excelentes de um piloto que já provou imensas vezes o seu virtuosismo. O seu Lancer – mesmo sendo um excelente carro… - é inferior ao da concorrência mais directa, pelo que se espera apareçam apoios para que Vale capitalize em 2011 o ritmo certeiro desta época, mas numa montada que permita outras aspirações.

 Um grupo de adeptos dos ralis com um carinho especial pelo TAC...

A entrega de troféus do rali ficou marcada por algumas distinções particulares, sendo que as primeiras estiveram a cargo do presidente do Terceira Automóvel Clube, Gerardo Rosa – assumido, na noite de sábado, recandidato ao lugar -, que resolveu chamar ao palco um conjunto de pessoas com quem tem trabalhado e dividido a paixão dos ralis nos últimos anos. A esses, acrescentaram-se as lembranças da “Além Mar”, em ano de décimo aniversário ao lado do “Lilás”, distinguindo as autarquias terceirenses, o clube organizador, e ainda três personalidades locais.

 

Boas de ouvir foram as palavras de Filipe Rocha, o director de prova, após o final do rali, realçando a grande amizade com que se trabalha no TAC, e o facto de ser apenas quem encabeça uma equipa com muita gente, que de forma descomprometida se dispõe a trabalhar para que possamos ter entre nós provas de qualidade, como tem acontecido. É nesse espírito que se deve continuar a laborar pela Avenida Jácome de Bruges…é que assim, além de terem outro valor, as coisas sabem muito melhor quando correm bem.  

publicado por MSA às 15:11
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Imagem.

O habitual grupo de amigos, com a mordoma de São Carlos'2010 e o nosso artista Luís Filipe Borges...

publicado por MSA às 15:10
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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

OK Go - This Too Shall Pass... (2xAmazing!)

 

publicado por MSA às 11:58
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Sábado, 25 de Setembro de 2010

Cartaz.

Em andamento nas estradas da Ilha Terceira...

publicado por MSA às 08:31
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Imagem.

Já está no local a estrutura do Monumento ao Toiro em Angra do Heroísmo...

Foto: João Paes.

publicado por MSA às 01:30
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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

Rali Ilha Lilás: "Está na hora!"

Daqui a poucas horas os motores roncarão novamente na Terceira...

Fotos: Ricardo Laureano

Sexta-feira de rali. Zona das Avenidas de Angra e o burburinho de outrora já não é tão visível. Uns carros aguardam vez para alinhar direcções e calibrar rodas. O Yaris da “Meloa de Santa Maria”, esse esteve em exposição durante uns dias, mas mais ou menos escondida a azáfama do rali já não tem a mesma cor. As oficinas dispersaram-se pela ilha, a estradas mudaram, e ir à Praia é agora um “tirinho”. As lombas do Barro Vermelho e os muros traiçoeiros do velho Serra do Cume deram lugar às rápidas zonas do Império/Feteira ou à descida alucinante para o Caminho do Meio, mantendo-se apenas o misticismo das Veredas, hoje uma verdadeira pista e bem longe do empedrado ladeado de arbustos que impunha respeito a qualquer passagem. Como a vida, esta coisa dos ralis também sofre mutações, mas uma coisa está exactamente igual, se não maior: a vontade de ir para estrada. De participar, de assistir, de ajudar, de relatar ou de eternizar em imagem, tudo se junta numa mole humana que impressiona a cada saída e, e uma vez mais na Terceira, “Está na hora do rali”!...

Será possivelmente a última prova do campeonato deste ano – mercê das dificuldades para levar à estrada o derradeiro evento em São Miguel -, e já estão decididos dois dos quatro títulos a atribuir. Ricardo Moura sagrou-se tri-campeão só com vitórias, e Paulo Maciel estreou-se no campeonato com o ceptro da Formula 3. Por entregar está um merecido galardão a João Faria (F2), enquanto nos VSH do “Regional”, a ausência do líder e campeão em título, Milton Resendes, deixa o faialense Paulo Costa em posição privilegiada. Na luta absoluta, nota ainda para a indefinição quando ao vice-campeonato, luta em que Pedro Vale parte com vantagem sobre Sérgio Silva.

Assim por alto, bem pode dizer-se que estão reunidos os condimentos para um rali sem pressão pontual de vulto, e onde todos terão a obrigação de andar depressa sem olhar às tabelas. Ricardo Moura, rodado de mais um rali nacional, e com centenas de quilómetros em asfalto nos meses de Agosto e Setembro, é o candidato natural a vencer, mas o certo é que os deslizes não serão perdoados por um Gustavo Louro motivado, isto apesar da falta de rodagem desde Abril último. Ainda no pódio, a luta promete entre Ricardo Carmo, o jovem Luís Miguel Rego, e principalmente os já referidos candidatos ao “vice”, Vale e Silva, sempre com Hermano Couto “à espreita”. No mundo das duas rodas motrizes até 1,6 litros vai instalar-se a mais feroz batalha, com Marco Veredas, os manos Silva, Carlos Costa e Fernando Meneses possivelmente um tanto adiante de Henrique Moniz, com o graciosense Cláudio Bettencourt e o C2 de Ruben Rodrigues a serem “outsiders” de luxo. Na F2 o feudo é de Olavo Esteves, mas a animação deve ser rija entre Sérgio Cardoso, Carlos Andrade e Cláudio Cabral, que terão no quase-campeão Faria uma referência a reter.

Entre os VSH, a citada ausência de Resendes muda um pouco as preocupações pontuais, mas é certo e sabido que Paulo Veredas e Jorge Sousa serão os mais rápidos em casa, se bem que Bruno Tavares seja um nome a contar face ao seu potencial, este ano apenas confirmado em Santa Maria. Nos Clássicos vai correr-se a quatro, mas é sabida a inacessibilidade aos tempos de Adelino Sousa por banda da concorrência, mesmo se o espectáculo está garantido.

Uma estrutura simples e curta – talvez em demasia… -, e sem grandes novidades a assinalar, dá corpo a um rali bastante compacto, onde a década com um patrocínio comum e a declarada vontade de fazer bem feito devem nortear os homens do Terceira Automóvel Clube. No ano do 35º aniversário, nada como uma boa cigarrada depois de um café de qualidade…

 

Atravessadelas “à Leão”…

 À porta da Casa Leão...depois da barriguinha bem cheia...

As andanças dos automóveis têm tanto de emoção como podem ter de camaradagem. E aí, nada como uma boa mesa e sossego para pôr a conversa em dia e explicar as habilidades necessárias ao atravessar de um carro numa curva apertada…ou até ao atravessar de um pedaço de presunto serrano e uma tira de queijo de São Jorge em cima de uma fatia de pão de milho!

Na quarta-feira à noite, um pequeno grupo juntou-se na “Casa Leão” - estabelecimento onde o “chef” Maurício ostenta orgulhosamente uma foto da Renault 4, em que navegou o conhecido Manuel Ávila, em grande plano e duas rodas na curva da Tercon… -, para um convívio em que o mote eram os carros de rali, mas cujo “parque de assistência” ostentava antes chicharros fritos, morcela, linguiça, orelheira, batata doce ou meloa. Enfim, tudo material de primeira para enfrentar o primeiro troço em grande forma. As equipas Paulo Veredas/Hugo Couceiro e Cecília Augusto/Alexandra Ferreira – isto face à ausência forçada do Starlet de Filipe Moura/Duarte Gil -, davam as boas vindas à prova (que também foi de um bom tinto…), reunindo-se os condimentos para um rali Ilha Lilás com o estômago bem mais aconchegado e o pé esquerdo cheio de força. Até porque a “Amorinha” final adoça a boca a qualquer navegador…

publicado por MSA às 14:14
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"a UNIÃO" distingue o "Piloto do Rali"...

Mais uma vez o jornal aUNIÃO distingue o piloto do rali...

À semelhança do sucedido no Rali Sical deste ano, e na segunda edição do Rali Ilha Graciosa, o jornal angrense “a UNIÃO” vai distinguir o “Piloto do Rali” na 32ª edição do Rali Ilha Lilás/Além Mar. Um júri formado por convidados irá escolher o concorrente que mais se destacar ao longo das nove classificativas, com o vencedor a ser agraciado com uma peça alusiva ao feito, novamente baseada numa imagem inédita e exclusiva do cartoonista terceirense Bruno Rafael.

Recorde-se que, em Abril (Rali Sical), o jovem César Silva mereceu a distinção, enquanto na ilha Branca foi o local Cláudio Bettencourt o escolhido para receber o prémio. 

 

PS - Já após a divulgação desta terceira atribuição do prémio do "Piloto do Rali/a UNIÃO", veio a (algum) público o anúncio de um outro prémio, cujos moldes são em tudo semelhantes ao referido, uma iniciativa que se saúda, lamentando-se apenas a gritante falta de imaginação ao copiar um modelo já criado e original entre nós...

publicado por MSA às 14:06
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Paulo Maciel no carro-zero do "Lilás"

Paulo Maciel, já campeão açoriano da F3 em 2010...

Paulo Maciel não deixou de marcar presença na Terceira, mesmo se não tinha seleccionado o “Lilás” como prova pontuável, e se o título da Formula 3 foi já alcançado. Assim, o rápido piloto micaelense vai colaborar com a organização, desempenhando as funções de carro-zero, a viatura de segurança que abre a estrada logo antes do primeiro concorrente. Sendo uma forma de “participar na festa, e de agradecer ao público o apoio dado nas anteriores deslocações à Terceira”, Maciel diz que assim “poderei também estar por dentro de um rali que espero disputar no futuro”, explicou.

Resta referir que o autor deste espaço terá o prazer de acompanhar o campeão da F3 na estrada, desemepenhando uma função diferente neste rali, isto num ano em que foi também o “press-officer” da dupla Paulo Maciel/Filipe Gouveia.

publicado por MSA às 14:02
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O "Piloto" e as cracas...

O Piloto, o RL, as cracas e o Donatário...

Tem sido uma das fotos mais comentadas da semana na rede social "Facebook" do endemismo terceirense, e o caso nem é para menos. Aqui há uns dias, o nosso amigo Ricardo Laureano - conhecido fotógrafo e actualmente regressado à melhor forma e plena actividade... - pegou no seu conhecido cão-barbado "Piloto" e rumou às Cinco Ribeiras para um prato de apetitosas cracas regadas ao não menos saboroso "Donatário" da Casa Brum. Vai daí, e na senda das imensas fotos em que o "Piloto" vai sendo actor principal, o cenário estava montado para mais um instantâneo "cão-pletamente" original. A foto é uma ternura e a ligação de quase dez anos destas duas almas de paz um exemplo prático de como os animais podem (e devem) ser nossos amigos e companheiros...

publicado por MSA às 12:52
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Cartaz.

As tradicionais Festas de São Carlos já estão em andamento...

publicado por MSA às 15:49
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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

A festa dos ralis! (crónica)

A festa dos ralis, esta semana de regresso à Terceira...

Já cheira a rali na Terceira. A frase pode parecer simplista, mas o certo é que comporta uma realidade cada vez mais comum, ainda mais suportada por se pronunciar no seguimento de uma semana onde os motores estiveram presentes em força num dos concelhos da ilha. Com a realização do 32º Rali Ilha Lilás, que foi adiada duas semanas, já depois do próprio clube organizador ter abdicado da sua data ideal de realização em prol de outras duas provas – Madeira e Santa Maria –, poderá mesmo encerrar-se o campeonato açoriano de 2010, tudo porque em São Miguel os apoios camarários das autarquias ligadas aos dois ralis mais pequenos – Ribeira Grande e Lagoa – parece que se tornaram inviáveis, sendo que assistimos já este ano ao inédito retirar de um apoio prometido, mas uns meses depois do evento realizado. Falo concretamente da falta ao pagamento do policiamento de Outubro passado, por banda da autarquia lagoense, que ia inviabilizando o Rali da Ribeira Grande…deste ano! Mas adiante, que agora é tempo de falar do “Lilás”…também deste ano. Por acaso o mesmo ano em que as autarquias tiveram papeis algo distintos no apoio aos participantes oriundos de cada banda da Terceira, ou haverá quem se tenha esquecido das licenças e equipamentos de segurança oferecidos em Angra faz daqui a uns dias ano e meio? Também não vou por aí, e até têm de se referir as diversas demandas camarárias em prol da modalidade, afinal se há coisa que movimenta uma terra é um rali, mesmo se há ainda muita cabecinha com responsabilidades a não vislumbrar tal realidade. O certo é que na Terceira os ralis vão avançando, ano após ano, como uma actividade muito participada, mesmo se as contingências financeiras de uma modalidade que é cara fazem apertar o cinto. Entretanto, e segundo as notícias mais recentes “o governo dos Açores continua a apoiar o desporto automóvel, nomeadamente o campeonato regional de ralis”, pode ler-se num comunicado oficial, onde a designação da competição está errada, mas esse já nem é um problema. Mais adiante, a tutela justifica a sua acção “por reconhecer nestas organizações diversos motivos de interesse para a região”. Assim sendo, é com imensa satisfação que releio o reconhecimento governamental “ao entusiasmo e adesão dos açorianos à volta das organizações de provas do desporto motorizado”, bem como a aceitação “ao fluxo turístico interno e externo que estas competições potenciam, com impacto nas actividades económicas”, afinal são daquelas intervenções que se podem fazer sempre, pois ninguém as discute, e os anos passam. Na recente apresentação do Rali Ilha Lilás, foi ainda salientado, e cito novamente, que, “para além dos apoios públicos, os clubes organizadores de provas de desporto automóvel conseguem congregar um vasto leque de apoios privados”, apoios esses considerados positivos, pois são “um indicador da importância destas provas no meio em que se inserem”. Ora essa também eu a digo. E pode dizer outro adepto qualquer, afinal é mais que sabido que o actual campeonato – que, já agora, se chama Campeonato dos Açores de Ralis, havendo sim um “regional”, mas que é dedicado aos VSH… - está sustentado, e aqui falo da organização de provas, em praticamente uma única empresa, havendo as benesses camarárias, mas essas parecem estar a cair em desuso, a ver pelas provas realizadas, ou não, na maior ilha da região, a mesma que congrega três ralis desse campeonato, e onde se leva a cabo o maior acontecimento desportivo do arquipélago. Esse sim, com um orçamento milionário e onde a entidade governativa não se escusa a esforços financeiros para a sua efectivação. Entretanto, continuam os pilotos, que estão federados numa instituição de utilidade pública ao que se sabe também a roçar a bancarrota, a não ter apoios para viajar inter-ilhas, para ter assistência médica em condições, para usufruírem do transporte das viaturas em melhores condições e em todos os eventos, e mais algumas situações que desmotivam a, ainda assim, crescente prática da modalidade. Neste ano, em que assinala os seus 35 anos, o TAC organizou o maior número de provas de sempre e, na Terceira, as organizações particulares em parceria com o clube bateram os recordes de adesão e publicitação das provas. Convinha pois que, nestas festas dos ralis, não viesse quem apoia sem sentido, ou esquece a realidade em que vivemos, apenas atirar os foguetes, comemorando o trabalho que os outros vão tendo…

 

publicado por MSA às 01:52
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Terça-feira, 21 de Setembro de 2010

João d'Ávila, uma voz da Terceira...

Também as imagens valem por mil palavras...

Estive na dúvida sobre se iria ou não ilustrar estas linhas, afinal quando falamos de memórias sonoras, de vozes, de palavras ouvidas, nem devem ser chamadas as imagens. Mas acabei por enquadrar um antigo microfone de rádio, e uns bonitos auscultadores de outros tempos, com a pequena nota de memória e pesar pelo falecimento do Sr. João d'Ávila, uma das vozes marcantes do Rádio Clube de Angra, que hoje descansou em paz na sua cidade de vida.

Era um senhor da rádio, mas também uma marca emblemática daqueles tempos em que as pessoas se arranjavam impecavelmente para qualquer função, sendo que a isso juntava uma dicção de relevo e uma perspicácia notável na recolha da informação. Isto escutei sempre dos meus mais antigos companheiros do "Rádio Clube", estação onde também trabalhei e com que continuo a manter pequenas colaborações, assim como de outros ilustres cidadãos do nosso burgo. João d'Ávila, que conheci melhor através de uma entrevista televisiva que a minha meninice não esqueceu, personalizou um rótulo de época, uma espécie de referência temporal, mas que a lucidez deixou vir até aos nossos tempos. Avô dedicado de bons amigos meus, foi sempre daquelas pessoas que me impus respeitar, mesmo falando nós pouco mais que o cumprimento educado de quem morava a uma esquina de distância. A pose calma, o alvo cabelo e uns olhos de azul profundo retocavam a sua imagem de gente séria. Mesmo daquela que agora vem fazendo tanta falta. Obrigado por tudo isso.

publicado por MSA às 20:12
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Cartaz.

Começa amanhã a apresentação do novo plantel do Lusitânia...

publicado por MSA às 19:28
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Motores “a fundo” na Praia da Vitória!

O campeão de Freestyle Paulo Matias em acção...

Fotos: Ricardo Laureano

Sucesso pode bem ser o adjectivo que classifica com maior justiça o que foi o Praia da Vitória Motor Show, um certame que encerrou portas no passado sábado, isto depois de sete dias de animação, promoção, negócios e adrenalina, num conjunto de sinergias da temática automóvel a que a Terceira não estava, de todo, habituada. O fecho, com chave de ouro, deu-se precisamente no último dia do acontecimento à conta da “Olavo Esteves Competições”, pois foram doze horas consecutivas de acções – do todo-o-terreno às habituais exibições de perícia a acrobacia - levadas ao extremo, e onde também os pilotos locais puderam brilhar. A compilação prevista de todas as actuações de condução desportiva vistas ao longo da semana resultou em pleno, adicionada em emoção pela presença de Carlos Borges (Opel Kadett GT/E), Adelino Sousa (Ford Escort RS 2000 MKI) e Filipe Moura (Toyota Starlet 1.6). A João Barbosa, o inédito vencedor português das míticas 24 Horas de Daytona, coube a honra de encerrar as sessões de autógrafos do Motor Show, por onde foram passando alguns dos nomes maiores do automobilismo nacional e regional, casos de Álvaro Parente, Joaquim Santos, Horácio Franco ou Filipe Campos, apenas para referir alguns. Aliás esta foi uma vertente que resultou em pleno, ainda mais porque todos os intervenientes estiverem à vontade e dispostos a um são convívio. A vertente comercial esteve em alta, com os concessionários presentes a aprovarem a fórmula encontrada e a justificarem o seu empenho, num balanço geral que, segundo o mentor de todo o projecto, Olavo Esteves, “excedeu as melhores expectativas, especialmente no que toca ao volume de público, pois todos os dias tiveram uma enorme adesão e isso é meio caminho andado para este reconhecido sucesso”, avançou. Em tempo de balanço, o homem forte da OEC referiu que “estamos agora a analisar dados tão diversos como as mais de cem pessoas que, diariamente, andaram nos karts de aluguer, o retorno de fora da região que nos começa a chegar, ou a auscultação das opiniões registadas entre o público e com os parceiros e patrocinadores da iniciativa”, disse o também piloto, não querendo ainda dar a conhecer a periodicidade com que um novo certame poderá marcar a agenda terceirense, mas desde logo garantindo que “vai haver mais Praia da Vitória Motor Show, isso é uma certeza. Agora não sei em que termos vamos avançar mas, dado o sucesso desta primeira edição, logicamente que o modelo tem pernas para andar”, rematou. 

Comunicação social “também a fundo”!...

 A comunicação social antes de se fazer à pista...

Foi ao final da tarde de quinta-feira que, num salutar convívio entre os muitos presentes que ajudaram a divulgar o Motor Show praiense, a comunicação social se guindou em massa à pista dos karts de aluguer, demonstrando muitos dos repórteres de serviço que os talentos não se ficam pelas páginas dos jornais, pelas bonitas imagens captadas, pelos directos radiofónicos ou pelos elevados acessos aos sites e afins. Com efeito, e numa demonstração clara de raça e talento, os jornalistas estiveram ao volante com um afinco tal que, mais pião menos encosto, a organização terá ponderado contratar alguns para edições futuras do certame…ou mesmo para animar outras pistas do país. Mais a sério, e felizmente, há quem escreva, fale, filme e fotografe, bem melhor do que guia… (e pôde-se sorrir, também)!

publicado por MSA às 17:30
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Domingo, 19 de Setembro de 2010

Blind Zero - Slow Time Love.

publicado por MSA às 11:26
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Sábado, 18 de Setembro de 2010

Praia da Vitória Motor Show (dia 5)

Video: Francisco Veloso/Formula Rali

publicado por MSA às 04:33
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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Praia da Vitória Motor Show (dia 4)

Video: Francisco Veloso/Formula Rali

publicado por MSA às 13:37
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Ah, grande "Jaiminho"!

O nosso Jaime, envergando as cores do Atlético de Reguengos...

Nestas coisas da partilha de opiniões e informações, se há altura de que gosto em particular é quando o assunto toca aos amigos. Maioritariamente por razões positivas, orgulha-me enaltecer os feitos ou atitudes de pessoas com quem me dou bem, com quem convivo, pessoas que admiro. No caso de hoje, confesso o contentamento ao ler este pequeno texto do Acácio Mateus, que resume na perfeição o momento actual da carreira desportiva de Jaime Seidi, um jovem angrense, grande no talento e, de facto, no coração. Posso dizer que o conheço de pequeno, se bem que em altura o Jaime me tenha passado há já uns tempos, mas assino por baixo nos elogios. E realço que nestas personalidades formadas em bom carácter há sempre uma razão genética a considerar. No caso, os meus bons amigos Xana e Mamadu estão plenamente de parabéns...

publicado por MSA às 13:05
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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010

Praia da Vitória Motor Show (dia 3)

Video: Francisco Veloso/Formula Rali

publicado por MSA às 18:17
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Imagem.

O sol a nascer no Porto Martins...é daqui a bocadinho.

Foto: Miguel Bettencourt

publicado por MSA às 07:33
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Terça-feira, 14 de Setembro de 2010

Praia da Vitória Motor Show (Videos)

(Dia 1)

 

(Dia 2)

 

(Videos: Francisco Veloso/Formula Rali)

publicado por MSA às 20:36
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

Co-Drive: As emoções da eficaz BT-50...

A Mazda BT-50 em pleno salto, durante o co-drive de sábado...

Fotos: Manuel Bessa Carvalho/Motores Magazine

Foi ao inicio da bonita tarde do passado sábado – de facto, Setembro tem oferecido à Terceira dias fantásticos… – que, enquanto uma massa enorme de peregrinos rumava ao santuário da Serreta, a dita comunicação social dita “especializada” destas coisas dos motores esfregava as mãos antes de entrar na imponente Mazda Pick-up BT-50 com que Bruno Oliveira e Bruno Fernandes têm disputado as provas do “nacional” de todo-o-terreno. Aproveitando uma secção do antigo troço São Brás/Fontinhas, numa zona amplamente conhecida pelas recentes realizações da taça de ralis, a máquina nipónica – que está na Terceira para ser apreciada pelo público no “Praia da Vitória Motor Show” – apareceu reluzente, mas apta a “sujar” os novos pneumáticos “BF Goodrich” na terra da ilha lilás. Bruno Oliveira fez um pequeno “briefing” com os presentes, explicando as principais características técnicas da viatura, afinal “quase todas elas baseada no modelo de série da BT-50”, mas com as importantes modificações a incidirem “na resistência, na fiabilidade, no aguentar de altas temperaturas - o inimigo nº1 nas provas de todo-o-terreno de velocidade… -, na autonomia e no conforto dos tripulantes”, afinal “chegamos a rodar algumas centenas de quilómetros em ritmo de prova, e isso exige que estejamos confortáveis dentro do automóvel”, referiu o piloto do “Açores TT Team”, uma equipa que tem dado especial cuidado à divulgação das suas actividades – desportivas e promocionais – no Desafio Elf/Mazda, pelo que não foi de estranhar o encontro entre nós.

O repórter de serviço também navegou Bruno Oliveira...

Feita a volta de reconhecimento ao percurso escolhido, começaram então os “passeios” propriamente ditos, com os convidados a serem unânimes na eficácia demonstrada pela bem decorada viatura, que em nenhuma situação deixou entender que pesa mais de duas toneladas e tem um comprimento apreciável. E chegou a nossa vez de rodar na bacquet do navegador madeirense, curiosamente num traçado que o repórter de serviço já fizera algumas vezes em pura competição. Assim, e sabendo o que vinha a seguir a cada curva, foi mais fácil apreciar tanto o comportamento da possante Mazda, como o gozo que Bruno Oliveira estaria a tirar ao rodar em características bem diferentes das habituais. À falta de estradões, uma sucessão de lombas em bom piso deixou confirmar o impressionante trabalho dos oito – dois por roda – amortecedores “Ohlins”, que absorvem com extrema eficácia os grandes saltos provocados pela entrada “atrevida” em cada uma das protuberâncias do terreno. Na zona mais sinuosa, toda ela entre muros de pedra ou com árvores a ladear o excelente troço, foi fácil aferir o potencial do motor turbo-diesel 3 litros, que debita cerca de 230 cavalos de potência, pois permite uma inserção em curva “à rali”, mas com o cuidado de sair já sem a derrapagem controlada, de modo a que o binário nunca chegue a cair, sendo que esse é o truque visível de conduzir em pistas de curvas e contra-curvas uma viatura com tais dimensões.

Em termos de comportamento dinâmico impressionam a suspensão e a suavidade com que tudo se passa, enquanto ao nível do propulsor a pequena faixa de rotações utilizada assegura uma condução um pouco “à Grupo N”, passando-se de caixa – já agora, uma “Sadev” de carretos directos, mas com o uso da embraiagem a ser aconselhado por uma questão de poupança – sempre no mesmo regime, e não sendo “de ouvido” que se faz a gestão da potência, embora o ronco do 6 cilindros esteja bem presente, mas de forma surda e a mostrar que é naquela “zona” de fricção que moram os cavalos todos. Em resumo, trata-se de um verdadeiro carro de competição, se bem que derivado da versão de estrada, mas onde os reforços estruturais e a electrónica mais desenvolvida, acoplados a uma distribuição de pesos que, não sendo a ideal, permitem outros laivos de velocidade. Ficou, com efeito, a vontade de ver evoluir a Mazda noutros terrenos, porque no que toca a ir lá dentro, é só ligarem que estamos (sempre) prontos!

publicado por MSA às 10:36
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Domingo, 12 de Setembro de 2010

Beck - Where It's At.

publicado por MSA às 11:44
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Imagem.

A juventude, em comunhão, caminhando até à Serreta...

Foto: Ricardo Laureano.

publicado por MSA às 01:32
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Sábado, 11 de Setembro de 2010

11 de Setembro.

Uma das imagens que o mundo não mais esquecerá...

Nove anos depois dos ataques terroristas nos Estados Unidos pouco ou nada terá mudado no mundo. Com excepção para as apertadas medidas de segurança para quem viaja de avião, para a mudança na liderança de algumas das grandes potências, para o encerramento teórico de uma outra guerra que matou - e ainda mata - milhares, para o medo crescente que paira diariamente sobre o planeta. Um medo mais evoluído, mas (mal) informado, mais direccionado e ainda mais xenófobo e racista. Neste mundo da globalização continua a reinar o poder das negociatas transatlânticas, dos baixos custos produtivos, da especulação, do engano e da demagogia, como se não tivessem caído as duas torres lá pelas Américas, numa sucessão de imagens e relatos pessoais que puseram a comunidade internacional lavada em lágrimas e sem palavras para explicar coisa alguma. As lágrimas secaram, as imagens expandiram-se, exploraram-se e foram aperfeiçoadas. E o sentido de todas estas catástrofes e infâmias continua por encontrar. Mas o certo é que este nosso planeta continua também a ter governantes ditadores e tiranos, fome, guerra, comércio em torno destas três valências económicas e outro tanto de hipocrisia. Felizmente apenas uma ínfima parte chega directamente às nossas vidas. Mas anda aí pelo ar... 

publicado por MSA às 20:45
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Cartaz.

Um evento fiferente, amanhã no interior da ilha...

publicado por MSA às 13:54
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Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010

Motor Show "invade" Praia da Vitória!

O desporto motorizado em alta na Praia da Vitória...

Será um evento único na região o que se vai iniciar no domingo, juntando numa mesma festa – que se prolongará por sete dias – diversas sinergias do mundo motorizado, o convívio das gentes locais com grandes campeões, e ainda a oportunidade de fazer o gosto ao pé e de assistir a exibições artísticas onde potência, habilidade e espectáculo estarão de mãos dadas. Organizado pela “Olavo Esteves Competições”, com o apoio de diversas entidades, entre as quais se conta a câmara municipal da Praia da Vitória – principal parceiro do projecto -, o “Praia da Vitória Motor Show” decorre até ao próximo dia 18, com a cidade de Nemésio a receber uma iniciativa que promete cativar a atenção dos amantes dos desportos motorizados e do público em geral, afinal a música e a boa comida também não irão faltar…            

Segundo Olavo Esteves, o mentor do certame, “organizar um evento com esta dimensão não foi fácil, até atendendo à época de crise anunciada, mas isso não nos fez desistir”. Referindo que na empresa que formou – e que deu já corpo à Taça de Ralis do Grupo Central, levando o desporto automóvel à Graciosa e de regresso a São Jorge – “acreditamos que é a trabalhar e a inovar que podemos progredir”, Olavo Esteves destacou “o forte apoio e incentivo que entidades como a câmara da Praia da Vitória, e um grupo concreto de patrocinadores e de parceiros deram à iniciativa, o que nos ajudou a pôr de pé um evento que será inédito nos Açores”, disse o também piloto.

Numa observação à vertente comercial do certame, Olavo acrescentou que “todos os espaços estavam já contratualizados desde Fevereiro, pelo que houve uma margem de tempo suficiente para todos se prepararem de modo a dar o melhor aspecto possível à grande montra automóvel que teremos na Praia, a que se juntará a parte lúdica e a presença dos grandes campeões, o que levará longe também o nome da nossa terra”, concluiu.

Roberto Monteiro assegura, no texto assinado para o programa do evento, “o imenso prazer com que a câmara municipal da Praia da Vitória se associou, como entidade parceira, ao Praia da Vitória Motor Show”, uma iniciativa que o autarca considera “que festeja os desportos motorizados, que têm grande expressão no concelho e na ilha”, daí que “estas iniciativas vão ao encontro de uma grande parcela da nossa população”, refere.

 

-Fotografia automóvel em destaque aqui

-Campeões disseram "presente"! aqui

-Site oficial do evento aqui ; Programa do Motor Show  aqui

 

O programa promete animação ba cidade de Nemésio...

publicado por MSA às 18:20
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Walk on Water (antes e depois)...

publicado por MSA às 17:29
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Cartoon.

Pois, pois...como elas têm razão... ;)

  in "a UNIÃO".

publicado por MSA às 12:58
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Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010

Partilha.

Um sorriso especial num dia muito nosso....

Foi num dia tipicamente terceirense - com um sol lindo e depois nevoeiro cerrado - que, no Porto da nossa saudade, começamos a trilhar este caminho juntos. Parece que foi ontem, e como este tempo passa a correr. O certo é que, nos bons e maus momentos - sim, e naquela frase da saúde e da doença... - soubemos sempre olhar um para o outro e dar as mãos para brincarmos e sorrirmos. O certo é que nos fomos conhecendo como amigos e amantes de uma viagem com paragens, avanços, obstáculos e flores que nos habituamos a ver agarradinhos. O certo é que nos entendemos como o respirar, e resmungamos como crianças, sempre e sempre sem o peso da monotonia ou o dos azares do tempo por perto, porque esta aura até afasta os maus sentidos. Vamos então lembrar aquela festa que terminou de manhã, os abraços e os beijos de afectos que muitos nos deram de coração, e o resto de todos os nossos dias que, em comunhão, fomos partilhando debaixo de uma sombra de malmequeres tingidos de turquesa com um papel picado colorido a querer pegar-se à pele. É por essa partilha que nos vamos ensinando de permeio, com a certeza de que fui crescendo mais e mais por ela se efectivar a cada saída e a cada abraço. E porque posso sempre acreditar nesses olhos pretos, espevitados e curiosos, que me indicam um caminho a dizer amor...escrito em cada pedrinha com umas gotas de chuva de Verão. E eu amo-te por isso, por todo o resto, e pelos mais dez anos que faremos muitas vezes...

publicado por MSA às 10:49
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Uma música (só) para ti...

publicado por MSA às 00:01
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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

Do (meu) Facebook...(8/9)

Devo fazer parte dos mais de nove milhões de portugueses residentes que, muito possivelmente, se estarão a cagar para a eleição das maravilhas naturais de Portugal... Com tanto trabalhinho que há aí para se fazer...
publicado por MSA às 22:38
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Will Foster, o mais alto...

Will Foster em acção, ainda na sua antiga equipa...

Chama-se Will Foster e é o mais alto jogador de sempre a jogar no basquetebol português. Com 2,26 metros de altura, o novo reforço do Penafiel até já tem cama à medida, sendo que a mesma acabou por semr oferecida como patrocínio pela empresa fabricante, tão curiosa que ficou com o pedido. Recém-chegado ao norte do país, Foster promete trabalho e entrega, e o certo é que garantir um lugar (ou, pelo menos, ocupar bastante espaço...) na equipa nem lhe será difícil!

Relembre-se que o Penafiel é um dos adversários do Lusitânia no Torneio de pré-época que o clube agendou para daqui a duas semanas, pelo que, mesmo antes do arranque da Liga Portuguesa, poderemos ver um "bom gigante" do basquetebol nacional em acção...

publicado por MSA às 12:42
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Por uma questão de (boa) educação… (crónica)

E nem focando que mal se escreve e lè nos dias de hoje...

As aulas estão aí a começar. Por todo o país, milhares de crianças vão ter novas experiências, enquanto algumas centenas de professores esperam ainda a felicidade de ter um poiso certo durante algum tempo. Desconheço se actualmente os jovens alunos, e naturalmente que me refiro às idades mais baixas, ainda têm aquela ansiedade inicial, associada aos cheiros dos lápis e dos cadernos novos e à descoberta de diferentes amigos e companheiros, mas estou em crer que sim.

O cerne de tudo o que agora se refere ao campo da Educação são mesmo as constantes mudanças que, ano após ano, transformaram em cobaias reais milhares de estudantes nacionais, num misto de busca pelas soluções internacionais e a constante manipulação dos dados numa área onde Portugal (também) está na cauda da Europa. À falta de melhores remédios, vão-se remendando os vigentes rumo a números mais animadores, mesmo se a realidade prática indicia uma juventude desinteressada e que toma por exemplo uma sociedade também ela amorfa e comodista. O retrato parece pessimista, mas apenas peca pela falta de referências a outras áreas, onde os sintomas serão semelhantes e às quais os mais jovens fogem mal podem.

Foi através do blogue “A Origem das Espécies”, do editor Francisco José Viegas, que me deparei com algumas das novas designações da agora comunidade educativa, onde as escolas e agrupamentos deixaram de poder ter os padres na sua designação, o que não nos impede de bradar aos céus na hora de alguns considerandos. Assim, ler coisas como “componentes do currículo de natureza transversal”, que no caso reforçam “projectos de cidadania global” ou “vivências de exercício da cidadania nos diferentes espaços curriculares, disciplinares e não disciplinares, bem como nos contextos extracurriculares e não formais”, mesmo que não seja nos “territórios educativos de intervenção prioritária”, faz-nos um pouco lembrar a história do rei que ia nu. Ou até citar o próprio Viegas quando diz que “daí até aprovarem que os professores cantassem o «Malhão, malhão» para promover o Magalhães, foi um passo”. É triste, mas concreto.

Recordo que, vai para vinte anos e uns dias, fui também integrado numa reforma do ensino – é verdade, na altura até deu em música por uma banda local que criticava as suas andanças e desavenças… -, já nem sei sob a alçada de que ministro, afinal cada um parece querer assinar a sua própria reforma e depois dá no que dá. À altura, as mesas das salas de aulas passaram a estar dispostas em “U”, os livros de cada disciplina foram substituídos por centenas de fotocópias ilegais de outras publicações, e as áreas temáticas dos currículos receberam o pomposo nome de “cenários”. E realmente não passou de uma encenação que, dois ou três anos volvidos, se foi substituindo por outra invenção, e sendo que fiz parte de um êxodo de alunos para o ensino nocturno, onde ainda havia orientações “à moda antiga”. Recordo ainda que faço parte de uma geração que tinha – imagine-se… - de ir a todas as aulas do seu horário, sob o risco de “perder” por faltas; que tinha de fazer testes e avaliações para ter notas ao fim de cada período; que face a mais que umas arreliadoras duas notas negativa no final do ano tinha mesmo de repetir a contenda; e que só tendo aproveitamento ia passando os anos, um a um, caso contrario mais cedo poderia rumar ao mercado de trabalho. Sem lhe caírem os parentes na lama… Hoje em dia até ser bem educado – no mais lato sentido da expressão – parece estar em desuso.

Sendo que nestes escritos trato as coisas pela rama, fazendo da generalidade uma arma de recurso face a algum desconhecimento, nem me atrevo a embrenhar a opinião pelos meandros da realidade – que nem conheço bem – do que são as escolas hoje em dia. Temo apenas, que pelas propaladas mudanças em curso, os professores se vão tornando em técnicos equiparados a docentes, e que a massificação nas novas e enormes escolas vá retirando a individualidade a cada petiz e a caracterização que ainda persiste em algumas pequenas localidades. Se calhar, são mesmo esses os objectivos da(s) maioria(s) que nos governam.

Numa altura em que a crença nos valores se vai diluindo a cada ano que passa, que razões hão-de ter os miúdos para acreditar que desta vez é que vão aprender mesmo bem?...

publicado por MSA às 01:04
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Terça-feira, 7 de Setembro de 2010

Setembro.

O sol reina, neste Setembro terceirense...

Já há semanas se dizia que "Setembro é que vai ser", que o tempo ia melhorar, que quem tirou férias para agora estaria na maior felicidade. O certo é que, passada a primeira semana do mês das vindimas, a voz popular vai ganhando razão, e então no que toca aos dois dias de actividade laboral mais recentes - ontem e hoje - a coisa agudizou-se, e já deve haver umas tantas almas a remoer a opção costumeira de gozar o descanso anual por Julho ou Agosto. Não se sabe se isto é para durar, mas a referência a estes dias maravilhosos de sol e brisa amena é mais do que merecida. É que, bem vistas as coisas, mesmo estando a trabalhar, vejam lá se não andam mais dispostos nesta ilha de Jesus Cristo?... Isto é que era um rico mês para eleições!

publicado por MSA às 13:08
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Petição em Defesa da Festa Brava.

Em Defesa da Festa Brava
Em Defesa da História, da Terra e dos Homens
Em Defesa dos Animais e da Natureza

Chamo-me Francisco Moita Flores. Sou escritor. Sou pai de três filhos, avô de três netos. E, neste momento da minha vida pessoal, por decisão do Povo de Santarém, sou Presidente de Câmara.
Nasci num monte alentejano entre Moura e Amareleja. Cresci repartido entre a cidade e o campo. Estudei na escola primária desse monte, depois numa vila, depois nas cidades do país, depois em cidades de outros países. Aprendi a vida convivendo com manadas de vacas, imensos rebanhos de ovelhas, cavalos, mulas, porcos, cabras, com o rio Ardila e tinha uma cadela que se chamava Maravilha. Durante 15 anos servi a Polícia Judiciária. Fui testemunha e actor do sofrimento mais pungente, de tragédias inimagináveis, de lágrimas feitas de tanta dor que não havia consolo. Conheci, vivi, convivi com o luto e a morte durante este tempo. Tempo demais para não sermos tocados por esse mundo invisível de dor e pranto. E este rasto de sofrimento e morte, de miséria e desespero, de violência e brutalidade em contraste com as memórias de outros tempos de menino converteu-me ao franciscanismo. S. Francisco, o irmão de todos os rios, irmãos de todos os pássaros, irmão do sol e da vida, irmão dos animais, das árvores, dos homens, das crianças, ensinou-me o caminho ético e moral para educar os meus filhos e amar os meus netos e a gente que em mim deposita confiança para governar.
Aprendi nos campos alentejanos a ser aficionado. Uma pulsão emotiva que não sabia explicar. O touro bravo, fera negra, símbolo da morte e do medo, olhava-nos arrogante e valente. Aprendi a admirá-lo. E descobri em Knossos, nos frescos deixados pela civilização cretense, que essa admiração era velha. Em Esparta e na civilização grega. Reencontrei-a em Roma e na civilização romana. Depois nos enormes frescos de Miguel Ângelo, nos poemas de Garcia Lorca, na pintura de Picasso, nas páginas de Hemingway e de tantos outros poetas, escritores, pintores, escultores que percebi que o irmão touro bravo integrava o psicodrama essencial do Homem. A sua inquietude perante a morte e a necessidade de a vencer para aspirar à imortalidade. Numa arena, em cada combate, vence a vida ou vence a morte. Não há meio termo. Esta dimensão trágica do simbólico enredo taurino está presente em todas as manifestações populares, nomeadamente, nas largadas, que arrebatam milhões de entusiastas que procuram apostar a vida, nem que seja numa corrida medrosa com o touro a quinhentos metros de distância. E o ritual cumpre-se pelo exorcismo da negação evitabilidade finitude.
O crescimento das cidades, e das culturas urbanas, produziu novos mitos. Novas falas, como lhe chama Roland Barthes. Produziu novos ritos sociabilitários, novos discursos simbólicos, novos afectos e importantes discursos sobre o mundo e os nossos destinos colectivos. Representou grandes ganhos revolucionários, culturais e civilizacionais e bem se pode dizer que, hoje, o mundo é comandado pelas cidades. Porém, também desvarios, radicalismos, intolerância e a irrupção de um pensamento que destrói a memória, que expropria e marginaliza os ritos, os mitos, os valores, os símbolos que durante séculos consolidaram Portugal, lhe deram identidade e o afirmaram como Língua, como Povo, como Pátria, como Território. As culturas urbanas radicais desprezaram os campos e desprezam os seus costumes, gostos, atitudes psico-afectivas. Consideram-nos ganga, ruído, ‘pimba', decadência face ao brilho multicolorido das cidades. Como disse a grande poetisa Sophia de Mello Breyner, são pessoas sensíveis que detestam ver matar galinhas, mas adoram canja de galinha! Culturas, ou microculturas radicais que surpreendidos pela devastação que provocaram, desertificando os campos, envelhecendo-os, matando-os, matando a agricultura, as aldeias, as vilas, a vida da pastorícia, das florestas - tudo submetido à ordem e aos valores da cidade - descobriram que valia a pena lutar por adereços. Não pelos campos ou pela multiplicação dos animais como estratégia de recuperação do mundo agrícola, muito menos por respeito pelos homens que desprezam e tratam como meros servos, mas para apaziguar consciências consumistas que na irracionalidade do consumismo despedaçaram qualquer outro valor, ideia, ou respeito pelos outros, seja pelos Homens, seja pela Natureza, seja pelos Animais.
Os diferentes nichos que surgem pelo país, em defesa do lince, em defesa do lobo, em defesa da água, contra a festa brava, na maior parte dos casos apenas olha a árvore e recusa-se a ver a floresta. São, na sua maioria, contra qualquer vínculo que afirme o respeito pelos Direitos do Homem casados e em sintonia com os Direitos da Terra. Não quero, nem é possível discutir os argumentos contra a Festa Brava. São do território da fé e jamais chegaríamos ao fim. Não é possível argumentar contra visões fundamentalistas, transformadas em beatério de confrades laicos. Que gozam as graças de meios de comunicação que adoram ruído e conflito e acreditam piamente nas verdades gritadas por aguerridos beatos, quais velhas inquisidoras. Na verdade, limpando a hipocrisia, a nenhum interessa os direitos dos animais, nem os direitos dos homens. Gritam o folclore politicamente correcto e giro! E fazem abaixo assinados, procurando destruir sem compreender, protestar quando a verdadeira essência do seu protesto são as suas próprias consciências. Nem é o sofrimento do animal, como eles dizem, que os move. Pois se o fosse, estariam aos gritos em todos os locais em que se ‘fabricam' com hormonas, frangos, vacas, ovelhas para alimentar a cidade. Estariam às portas dos grandes matadouros escutando os urros de milhares de animais que adivinham o cheiro da morte. Estariam nas barricadas contra as guerras que matam homens e crianças, na linha da frente da luta pelo renascimento do campo e das culturas rurais, na linha da frente contra a violência doméstica. Não! Nada disto. Apenas contra a pretensa violência contra os touros bravos. Nem pelo outro argumento comodista e repetido de que não são contra o abate dos animais mas sim contra o espectáculo que, no caso português, nem os abate. Maior hipocrisia não existe. Nem paciência para discutir a fé de angustiados.
Cheguei à idade onde já não há paciência para ser insultado por uma horda de analfabetos. Embora respeite os seus gritos, pois creio nesta terra da liberdade sem excepção de ninguém. Até daqueles que assiste o direito ao disparate. Cheguei á idade da tolerância mas também ao tempo onde, mais do que nunca, acredito que só é possível salvar os Direitos do Homem se com eles salvarmos os Direitos da Terra. É a minha crença profunda. E sei que o combate passa por afirmar a defesa dos símbolos, dos valores, dos ritos, das cargas simbólicas que consolidaram a nossa secular matriz identitária. E esse combate feito de muitas frentes de luta, tem numa delas os ‘talibãs' que em nome dos direitos dos animais procuram destruir os animais, a economia que os sustenta e os animais sustentam, além da cultura a eles imanentes. Por isso mesmo decidi lançar este abaixo assinado que vos envio. Já que a moda é o abaixo assinado, assinemos. Em defesa da Festa Brava, em defesa da Festa, em defesa dos valores da Terra, da Vida e dos ritos exorcizadores da Morte, em defesa dos animais, dos touros, dos cavalos, dos pastores e dos campinos, da economia agrícola e animal associada à Festa e ao espectáculo, em nome do progresso com Memória, em nome do desenvolvimento sem perder o sentido da História.
Proponho-vos chegarmos a CEM MIL assinaturas até Julho de 2011. CEM MIL! Convido-vos a todos. Aos meus irmãos homens, às minhas irmãs mulheres, que afirmem por este abaixo assinado fora, este combate pela cidadania e pelos direitos da Terra para que ninguém se amedronte perante a gritaria histérica de alguns. Convido-vos com a serenidade da razão a subscrever este abaixo assinado e definitivamente mostrar ao país que não nos submetemos à ditadura do ‘hamburger' urbano e que somos muitos, disponíveis para lutar, resistir e assumir Portugal na sua unidade complexa e diversa. Sem intolerância, em nome da Liberdade, mas também em nome dos direitos naturais sagrados que nos tornaram portugueses, filhos de Portugal, netos de almocreves, cavaleiros, campinos, guardadores de rebanhos, de escritores e de poetas, de guerreiros e camponeses, nascidos do mesmo ventre de terra à qual um dia regressaremos.

Santarém, 25 de Agosto de 2010
Francisco Moita Flores

 


                                                 Eu também assinei esta Petição

publicado por MSA às 03:29
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Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010

Merche Romero apresenta equipas de basquetebol terceirense.

Merche Romero vem abrilhantar o certame...

A conhecida apresentadora Merche Romero será a anfitriã da festa de apresentação das equipas terceirenses de basquetebol que militam nos principais escalões nacionais, um evento agendado para o próximo dia 25, a partir das 21 horas, no Porto das Pipas, em Angra do Heroísmo.
Acompanhada por um dj convidado, Merche Romero vai apresentar os planteis para a nova temporada das formações do Lusitânia (Liga Portuguesa), do AngraBasket, do Terceira Basket (ambos da Proliga) e do Boa Viagem (Liga Feminina), numa festa promovida pela Associação de Basquetebol da Ilha Terceira (ABIT)Na mesma noite, a ABIT vai proceder à entrega dos prémios referentes às competições disputadas sob a sua alçada na época 2009/2010, assim como serão entregues as faixas de campeões da Proliga da ultima temporada aos elementos do Sport Clube Lusitânia, equipa que nesse dia encerra o seu torneio de pré-época, certame onde defronta o AngraBasket, o Terceira Basket  e os continentais do Penafiel.
A festa continuará depois destas cerimónias, com a noite do basquetebol a decorrer no bar “A Estiva”, onde serão projectadas imagens das competições realizadas na época transacta, dando-se assim o arranque efectivo ao novo ano desportivo do basquetebol na ilha Terceira.

 

porto das pipas PRESS

publicado por MSA às 17:30
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Domingo, 5 de Setembro de 2010

"Formula Rali MAG": Rali de São Jorge...

Capa da edição dedicada ao Rali de São Jorge...

Já está online a revista "Formula Rali Mag" referente ao Rali Além Mar/Ilha de São Jorge, a quarta prova da taça de ralis do Grupo Central, que há cerca de duas semanas animou a terra das fajãs, permitindo a mais pequena diferença de sempre - 0,5s (!) - entre vencedor e segundo classificado de um rali na região...ou mesmo no país!

Com um trabalho gráfico muito cuidado, a "Formula Rali Mag" é uma "insistência do Francisco Veloso, meu caro amigo e amante da modalidade, que até há dois meses tinha no jornal "Açoriano Oriental" uma bem cuidada rubrica (a "Zona Rallyes"), onde fazia o rescaldo de cada prova motorizada a que conseguia ir (ou mesmo não...) num formato original. Infelizmente, o espaço terminou por falta de patrocínio...ou coisa parecida.

Para esta "nossa" revista online, na qual colaboro com os textos e "fait-divers" e o Ricardo Laureano com as sempre excelentes imagens, é preciosa a ajuda dos "aprendizes" informáticos do Francisco, numa obra que estará sempre longe das gráficas, afinal isto tem custos e para trabalhar à borla já cá estamos os três...ou os cinco!

Realço apenas que quem elogia - o que acontece, felizmente - esta iniciativa, são por vezes as mesmas pessoas que nos vêm "chatear" porque não falamos delas no jornal ou na rádio, ou porque a foto não era bem assim e por isso nem vão comprar o CD. Ou seja, isto (também) é preciso ter pachorra!

Bem, mas apreciem o trabalho (desta feita ainda mais interactivo na leitura) aqui, e desculpem lá o desabafo.

publicado por MSA às 14:12
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