Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

PORTO DAS PIPAS

miguel de sousa azevedo - açores

PORTO DAS PIPAS

miguel de sousa azevedo - açores

30.Mar.09

A crise passa "ao lado" do Rali Sical!

O cartaz do 28º Rali Sical...com uma foto aqui do vosso amigo...

Foi divulgada no sábado à noite, dia de encerramento das inscrições, a lista de equipas decididas em correr o Rali Sical, prova cuja 28ª edição decorre a 17 e 18 do próximo mês e que, uma vez mais, abre o campeonato açoriano da modalidade. 73 equipas formalizaram a sua inscrição, sendo que esta é apenas uma relação provisória, dai estar ordenada apenas alfabeticamente, pois a listagem oficial de concorrentes será apenas apresentada a 9 de Abril, juntamente com toda a estrutura do rali que, entretanto, os mais curiosos podem sempre “espreitar” no site do Terceira Automóvel Clube.
A destacar dos inscritos na prova, e uma vez mais, o elevado número de equipas em liça – uma tradição consagrada na Terceira…-, mesmo se os mais pessimistas cenários de crise pudessem indicar o contrário.
Ricardo Moura, campeão em título, afigura-se como o grande candidato, confirmando esta lista a presença de Gustavo Louro no Renault Clio R3, bem como a particularidade de José Pedro Silva – o habitual navegador de Fernando Peres – aparecer como piloto, ao volante de um Mitsubishi Lancer EVO8. A estreia do Citroen C2 Max de Carlos Costa, o debute no asfalto terceirense do muito jovem Luís Miguel Rego – como o nome indica, filho do piloto Luís Rego -, a presença de Fernando Casanova com o C2 S1600 ou o regresso de Luís Pimentel, para além de algumas trocas de montada e de constituição de equipas, merecem particular atenção. Novidades absolutas, e parecendo acompanhar o “movimento” criado pelo Team Praia da Vitória, as presenças do Team Lagoa Com/Vida, com o apoio da autarquia micaelense a surgir em 5 viaturas, assim como para o local Team Porto Judeu, com a junta de freguesia terceirense a ajudar na participação de três conjuntos. Apenas com a lista como “aperitivo”, começa a apertar a sede para mais um café onde os motores e as emoções comandam…

 

30.Mar.09

Saudades de Almanaque.

Capa do "Almanaque do Camponez" para 2009...

Confesso que só há uns dias o folheei embora, e mesmo assim já atrasado, o tenha comprado há já umas semanas. Falo do "Almanaque do Camponez", o mais lido "nos Açores, Madeira, Américas e Canadá", cuja publicação dura há 92 anos com os dados exactos de sementeiras, colheitas, procissões e romarias, entrelaçando informação com artigos de fundo sobre aspectos da região e úteis conselhos. Ao todo são singelas 28 páginas que, desde pequeno, me habituei a ir lendo, às vezes até já passado o ano de publicação.

Na verdade o "Almanaque" foi várias vezes parar lá a casa por "encomenda" da minha avó Mariinha que, sabendo da edição célere do Senhor Lester - durante décadas o responsável pelo pitoresco livrinho - me via sair de casa por Janeiro e dizia: "Miguel, se te lembrares traz-me o Almanaque...". A ida à cidade passava então pela "Loja do Adriano" ou pela "Casa de Utilidades", fíeis distribuidoras do dito. Não sei quantas vezes o fiz, mas até terão sido poucas, face à funda nostalgia com que hoje passo aquelas folhas e relembro as plantas, as comidas e as frases feitas de uma avó que me faz falta...

29.Mar.09

Fotografia-Paulo Garrão.

Umas das imagens de "Angra d'Outro lado"...

É um amigo de longa data e que fotografa de tudo um pouco há bastantes anos. Lembro-me de o ver de máquina em punho nos nossos ralis, mas a verdade é que já não faz há muito, tendo enverdado por enquadramentos originais e por olhares próprios de tudo que vê e sente. Recentemente na net, aqui fica uma das imagens de uma exposição que motivou uma entrevista em 2007...onde fiquei a perceber melhor o que o vai motivando na Fotografia. Bons "clicks", Garrão!

28.Mar.09

Para os lados do associativismo juvenil... (crónica)

O cartaz do certame (ENAJ)...

No passado fim-de-semana, e na qualidade de vice-presidente da “MAR BRAVO-Associação Juvenil”, estive em Lisboa para participar no 10º Encontro Nacional de Associações Juvenis (ENAJ), certame realizado no Centro de Congressos da capital e que juntou cerca de 1500 pessoas, com 1000 delas dirigentes de quase 300 associações representativas de 18 distritos e das regiões autónomas, neste caso apenas dos Açores, que tiveram mais de duas dezenas de agremiações presentes. Ambos os acontecimentos integraram a Feira da Juventude – Spot.
Com o mote “Liga-te!”, o evento a cargo da Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ), assentou na busca de um papel mais activo das associações nas políticas de juventude, mesmo sabendo-se que as mesmas enfrentam uma carga burocrática manifestamente excessiva no relacionamento com a administração pública, uma referência que foi comprovada pelo presidente da FNAJ, Luís Alves. À “barreira” respondeu a organização do encontro com uma avaliação desse relacionamento, que avançará agora para a elaboração de um programa de políticas de associativismo, a ser entregue a todas as forças políticas e instituições, na perspectiva das eleições legislativas deste ano e das possíveis alterações que daí possam advir para o sector. Mas, para além da avaliação, o encontro nacional promoveu ainda importantes contributos para esse programa, nomeadamente com a inclusão de preocupações eminentemente municipais, e onde a participação dos vereadores da Juventude das câmaras municipais de Bordéus (França), Barcelona (Espanha), e de um vereador da câmara do Porto, permitiu aferir novas experiências, de forma a informar o associativismo português das melhores práticas europeias em matéria de políticas de juventude para as cidades e concelhos.
Paralelamente ao ENAJ realizou-se mais uma Mostra Associativa, onde uma panóplia de organizações, associações, entidades diversas e até empresas divulgaram várias iniciativas e produtos, abarcando temáticas variadas como a saúde e o desporto, a arte e a informática, ou mesmo uma curiosa aula “assistida” do modo real de fazer “graffitti”, possivelmente um dos extremos mais interessantes da mostra. Numa apreciação meramente pessoal, e garantindo que por motivos de idade não alongarei pelos tempos a minha recente adesão a este “mundo”, posso destacar que a associação que represento seria, sem grandes dúvidas, a mais jovem do certame, não tendo sequer ainda a sua imagem definida – uma vez que essa está a cargo dos alunos de diversas escolas da Terceira por onde passa um concurso ainda a decorrer… -, assim como denotei a excessiva idade de grande parte dos muitos dirigentes de passagem pela antiga FIL. Não que isso me tenha chocado minimamente, mas os contrastes etários foram, sem dúvida, o que mais estranhei no meio de tanta gente, vinda de todo o país. De resto, e no tocante à organização a cargo da FNAJ, talvez uma maior interactividade fosse necessária ao nível dos debates propostos, pois algum “abandono” da principal sala, ao longo da tarde de sábado, tenha traduzido essa mesma necessidade de mais ligação oradores-público, mas esta é apenas uma opinião. O primeiro dia do evento encerrou em festa, embora aí confesso ter sido mais atraído pela noite lisboeta, sendo que os grupos “peixe:avião” e “Deolinda” antecederam uma festa “Antena 3”, aliás a rádio que suportou o espaço sonoro anexo aos debates e workshops.
No Domingo, e em tempo de fecho, espaço para as presenças do ministro da Presidência e do secretário de Estado da Juventude, governantes que se juntaram num apelo aos jovens para um maior empenho na qualificação dos trabalhadores e na modernização de Portugal, factores considerados essenciais para o país no futuro. Segundo o ministro, e “neste momento de crise, são necessárias respostas políticas urgentes, mas o mais importante é não desistirmos daquilo que é essencial para o país no futuro: a qualificação e a modernização”, disse Pedro Silva Pereira, sublinhando que nenhum país pode avançar “de costas voltadas para os seus jovens”, pelo que a participação dos jovens e das associações juvenis na modernização do país foi o recado final que melhor se entendeu em forma de pedido, se bem que a diferença no relacionamento das associações com o Estado nos últimos quatro anos, deixando “de se caracterizar pela arbitrariedade, simpatia pessoal ou política”, oumesmo uma atribuição de subsídios “que passou areger-se por critérios claros e justos” tenham, no meu modesto horizonte, “cheirado” depois a um “mea culpa” claríssimo da tutela vigente. Quanto a Laurentino Dias, que se congratulou com a constatação, pelas associações, dessa mesma “transparência na relação com Estado”, o excesso de burocracia foi coisa admitida, e com promessas de correcção “a curto prazo”, ou seja mais um “pecado” assumido que ficou na retina.
Com tais garantias para os tempos próximos e uma frontalidade que, reconheço, não sei ainda se existe ou não, resta-me desejar que a “Mar Bravo” possa, em 2010, ser uma das associações a apresentar trabalho feito e projectos futuros no mesmo certame, pois apenas distes últimos consta para já a nossa actividade mas, tal como o seu nome indica, não deixarão as ondas de correr rumo a terra firme…

 

28.Mar.09

Forcados da Terceira em Coruche e Évora.

Cartaz da Corrida de Coruche, onde marcarão presença os cabos dos dois grupos terceirenses...

Os grupos de forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense e do Ramo Grande vão estar presentes num festival taurino a realizar amanhã na praça de toiros de Coruche, estando representados numa selecção de forcados onde se incluem dezasseis formações do país, e em que a formação sedeada em Angra do Heroísmo apresentará Helénio Melo e Álvaro Dentinho, cabendo, pelos rapazes que pegam em nome da Praia da Vitória, o papel ao seu cabo Filipe Pires e a Manuel Pires.
No próximo dia 11 de Abril os dois grupos da Terceira voltam ao continente, desta feita para estarem na II Festa do Forcado, evento que a renovada arena de Évora vai receber, e onde se realizará um concurso de pegas cernelhas em que participam todos os grupos de forcados associados na associação nacional. O concurso será por eliminatórias e quem o vencer terá a possibilidade de pegar na corrida agendada para essa noite, também na praça de Évora.

 

Pág. 1/8