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PORTO DAS PIPAS

miguel de sousa azevedo - açores

PORTO DAS PIPAS

miguel de sousa azevedo - açores

29.Ago.06

Estreia a nível nacional (em papel...).

Jornal "motor"...

Pela primeira vez, e por mero acaso (em substituição de um amigo...), vou fazer a cobertura de um rali açoriano para um jornal a nível nacional. Neste caso será o portuense "Motor" , muito possivelmente o único órgão de comunicação social especializado no desporto automóvel que tenta retratar as coisas como elas são...e ligando aos pormenores. Adiante com as observações o papel nem é difícil, mas tem piada...pois foi no "Motor" (dos anos 70...) que comecei a ler sobre ralis...

A crónica com a antevisão saiu hoje.

28.Ago.06

A bola na lusa pátria...

E pensava eu que o Futebol português estava descredibilizado de todo...

Qual quê! Ainda faltava esta novela entre o Gil Vicente e o Belenenses (e o Leixões...) para "enterrar" ainda mais uma actividade que (nem falo da modalidade em si, que é inocente nestes contextos...), gerando e gerindo milhões anualmente, não tem de todo uma base de honestidade e transparência ao nível das suas instâncias competentes e superiores. Em tudo que seja problema grave (ou não...) vem à tona da água a "ralé" social que está associada ao dito desporto-rei...

Não sei, nem me interessa - afinal não sou nem do Belenenses nem do Gil Vicente (e ainda menos do Leixões...) -, quem tem razão neste caso "Mateus", mas a bárbara intervenção (mais uma...) de centenas de adeptos numa polémica que deveria ter começado a ser resolvida em tempo útil, e a actuação branda e incompetente de quem de direito para pôr cobro a estas questões, só encontra paralelo nas intervenções dos vários presidentes e dirigentes e secretários e comentadores...é má demais para ser verdade.

28.Ago.06

Um Poema para o dia 28 de Agosto de 2006.

CHAVE, KLEE (Pedro Tamen)

És, como no Klee
a máquina de chilrear
a liquidez perfeita dos passos,
a música dos surdos.

Que húmido pilar
sustenta, amor, o paço
em que me acoito e durmo
que não seja teu canto

ao canto do meu dia?
És, como no Klee,
a virgem matemática
que tudo me desvenda

e sem que eu faça contas
calculas somas, sumos,
entre o covo das ondas
e azul astronomia.

És, como no mundo,
a pintura delida
de que sobrou apenas
um osso branco e flauta.

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