Miguel Sousa Azevedo

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Sexta-feira, 30 de Setembro de 2005

Tempo de Antena.

conceicao.jpg
publicado por MSA às 16:32
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"Lembrete" para o Sr. Adriaanse:

jcosta.jpg
Nome: Jorge Costa
Nome Completo: Jorge Paulo Costa Almeida
Posição: Defesa Central
Data de Nascimento: 14-10-1971
Altura: 1,88m
Peso: 86kg
Nacionalidade: Portuguesa
Equipa Actual: Futebol Clube do Porto
publicado por MSA às 11:37
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Mota.

motaJP.JPG
-Foto de João Paulo Ávila, durante a iniciativa "Dias In_úteis"-136h 10m em Santa Maria, do Instituto Açoriano de Cultura e inserida no Projecto Atlântico de Arte Digital.
publicado por MSA às 11:08
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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2005

A Vida e a Dona Margarida… (crónica)

imagemMargaridablog.jpg
Há já uns valentes anos que não ia ao Teatro na Terceira. Para terem a noção de quanto tempo passou, e se a memória não me atraiçoa, acho que a última vez que me sentei numa plateía da ilha lilás e ouvi as três pancadas de Molière terá sido para uma peça, no Teatro Angrense – cujo nome já foi no rol do esquecimento –, que juntava em palco quatro actrizes, sendo que duas delas eram Helena Isabel e Julie Sargent. Aliás até posso acrescentar que o mote dessa ida foi mesmo ver a primeira delas…ao vivo.
Mas, e passado todo esse tempo – que nem sei precisar… -, fui a semana passada à estreia da mais recente produção do Grupo de Teatro “A Teia”. Uma encenação de António Terra, para um texto de Roberto Athayde, e que colocou “Apareceu a Margarida” à responsabilidade da actriz Judite Parreira, que assim debutou na fórmula do monólogo. E se bem não quis acusar a responsabilidade de representar um texto que teve já dezenas de visões e actuações diversas, e um pouco por todo o lado do mundo, melhor o provou revelando um à vontade e um brio profissional de fazer corar muito nome graúdo das artes de palco. Devo dizer que nunca tinha assistido a nenhum desempenho da actriz, o que mais ajudou a ficar impressionado face ao enlevo e a entrega com que presenteou as cerca de 60 pessoas que emolduraram o cenário intimista criado para o efeito sobre o palco do Auditório do Ramo Grande. Mas mais do que fazer uma crítica à peça em si, afinal que traquejo tenho eu na área (?), deliciou-me a ligação que um texto riquíssimo e variado fez, num ápice, à minha forma de ver coisas da vida.
Sem querer “estragar” a surpresa do desenrolar da peça, até porque parece que será reposta e ainda bem, tenho de aferir depois daquelas duas horas (e duas “aulas”…) de Dona Margarida, assim se chamava a tresloucada professora que a brasilera Marília Pêra em boa hora encarnou, que a figura do poder abusivo se mostrou em excelência. Um pouco como todos sentimos nas nossas vivências diárias, aquela impotência perante factos consumados até me incomodou de início. Mas logo me apercebi do rumo que o autor dava às palavras, assim como da forte componente física cujos movimentos cuidados e um bom jogo de luzes souberam encaminhar-nos ao âmago das aflições e dos sentidos…
E depois havia aquele retratar fiel de uma “Dona Margarida” (como muitas haverá…ou muitos, noutros contextos…) que era portuguesa ou quase praiense. Uma sobreposição do dia-a-dia com um texto que se revelou intemporal, sabendo-se que saiu da ditadura brasileira e que nas entrelinhas dos seus suspiros há um grito de liberdade premente. Sem me socorrer do programa da peça facilmente identifiquei o que todas aquelas palavras e impropérios (na dose certa e na hora marcada…) poderiam dar como recado a uma realidade também insular em que a nossa prisão somos nós mesmos e a vontade de “sair” dela se dilui na construção de novas ideias. Tudo isso se “tirava” daquelas duas horas (e duas “aulas”…). O crescimento do ser é versado em diferentes alturas e, sem me imiscuir na eventual carga erótica que a peça transporta, pode-se aclarar ao longo das frases uma bipolaridade crescente nos comportamentos mais extremos ou lascivos que o decorrer da mesma acarreta. Tal como as andanças da vida. Tal como os momentos que antecedem ir ao Teatro. Ou tal como os que se lhe poderão seguir…
Mais do que uma aula ou uma lição, que são o ambiente recriado para se desenrolar a acção de “Apareceu a Margarida”, há mensagens e dicas que levamos para casa e para os dias. Há um “depenicar” sentimentos que se rasgam pelas palavras fortemente tratadas com desdém, compaixão ou raiva. Há, no final, aquela sensação de que valeu a pena assistir a tudo. E guardar a parte que nos coube dos ensinamentos. Afinal era mesmo uma “aula” e afinal o Teatro pode mesmo fazer parte da nossa vida. Basta que o encaremos como tal…uma parte.
Em jeito de prova e posso acrescentar que, durante a tal peça de que não me lembro o nome e onde brilhava Helena Isabel, uma troca de olhares nos agradecimentos finais terá sido, para mim, a parte mais intensa do enredo. Depois das gargalhadas ou desilusões da peça ou da vida, também aquela troca de olhares fez parte da vida e dos dias…
publicado por MSA às 15:25
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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2005

112 Anos (1893-2005)

dragaoparede.jpg


A chama do Dragão continua bem acesa, neste dia em que se conta mais um aniversário de um clube que é já o símbolo vivo de uma cidade, de uma região e até de um país. Em mais um ano de alma azul-e-branca, "delego" na minha Anita e no nosso sobrinho "Pires" a presença no jogo desta noite frente ao Artmedia, para a Liga dos Campeões...


Ir ao Estádio do Dragão em Quarta-feira europeia...mais uma coisa de que sinto saudades. Haverá remédio para os nostálgicos incorrigíveis?...


Força Porto!!!

publicado por MSA às 16:14
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As "pisaduras" do nosso Futebol...

Intensa continua a ser a polémica relativa ao acordo publicitário que a Liga de Clubes estabeleceu com o portal de apostas


 www.betandwin.com


Ora, e dado o estado de guerrilha constante que vive o nosso Futebol, proponho que seja dado espaço à indústria farmacêutica (que até anda a contas com os "danados" dos genéricos...) e, aproveitando até a base dos logotipos que se colocam junto às balizas da discórdia, se passe a ler:


www.betadine.com

publicado por MSA às 13:00
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Terça-feira, 27 de Setembro de 2005

-À frente da moda.

runningsocks.jpg
As "running socks" estão aí e vieram para ficar! Há cerca de dois anos a esta parte o país foi literalmente "invadido" por este espantoso e útil acessório, que há cerca de meia dúzia de anos tinha já aderido aos "running shoes" como moda e motivo de afirmação económica ou social.
Sem me querer vangloriar, devo dizer que, desde os 14/15 anitos, sempre achei que as minhas sapatilhas de correr ficavam muito bem com qulaquer tipo de roupa. Pelo que não me escusava a sair à noite com elas ou a ir a qualquer tipo de festa com as mesmas. Lembro-me de umas Nike Air Icarus - roxas e douradas - que me fariam as delícias actuais, caso ainda existisse o modelo. Quanto às ditas meias que todos acolheram com fulgor (ai não, que uma sapatilha veraneante em pé nu todo o dia é coisa desagradável ao tirar...) a história ainda é mais engraçada. Sempre houve aquelas "sleeping socks" com "pompom" no calcanhar que compravam na "Base", agora meias pequenas só as de ténis (mais indicadas, na altura, para as senhoras...), e foram sempre essas que usei. Mas, numa altura em que decidi fazer uma pré-época por minha conta lá para finais de Agosto (acho que tinha 16 anos), o problema da "marca" de sol no tornozelo foi de pronto resolvido. Cortava meias normais, aí pela fronteira da sapatilha com o calcanhar, e estava feito. Ou seja, uso "running socks" já desde 1991!...
publicado por MSA às 17:59
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Pergunta inocente...

Porque será que se refere sempre, em alturas de crise sísmica - como é o caso recente da verificada na ilha de São Miguel -, que o "evento atingiu o grau X ou Y da escala de Mercalli modificada"...?
Terá esta pergunta uma resposta fundamentada em questões técnicas, disso nem tenho dúvida. Mas o que acho é que se poderia generalizar a questão, resolvendo deixar de lado a modificação da escala criada pelo Sr. Mercalli. Ou então poderíamos passar a usar o esquema em coisas como Euros (Escudos modificados...); Quilómetros (Milhas modificadas) ou até Questões (Perguntas modificadas...).
publicado por MSA às 15:42
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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2005

SMS (de ontem)

Chego à baía. Vim a pé. Olho o Monte Brasil e o nosso Porto das Pipas...
Vejo-nos num passeio ao fim da tarde. Enamorados e cúmplices de sorrisos e olhares. Tenho saudades e já conto o tempo...Que bom saber que nos temos.
publicado por MSA às 11:12
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2005

Não há carros em Angra...

angra sem carros.jpg
Rua da Sé, do Galo, de Santo Espírito, da Garoupinha, do Morrão, Ladeira de São Francisco, Rua do Marquês, do Palácio, Largo Prior do Crato, Praça Velha, Rua Direita, de São João, do Salinas, Rua da Rosa, Carreira dos Cavalos, Rua de Jesus, dos Canos Verdes e do Barcelos. Está tudo fechado ao trânsito automóvel. E até para mim, que adoro conduzir e passar pela minha cidade e que detesto ficar parado no trânsito como hoje acontece nas artérias alternativas ao centro de Angra, isso é um alívio...
Respira-se da Praça Velha ao Alto das Covas um ar diferente. Em direcção ao Mar da baía quinhentista há crianças, cor e alegria. Tudo num ar saudosista a que as velhas paredes podem juntar-se em memórias de outros tempos.
Se é ou não assim que devia ser nem arrisco o palpite. Sei que é um prazer passear por Angra. Mas respirando a brisa marítima que atravessa o casario...e na calma de não olhar a passadeiras.
publicado por MSA às 11:18
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2005

Solidariedade.

Um dia destes cruzei-me com um rapaz que, orgulhosamente, atravessava a rua ostentando uma T-shirt onde se lia "Ninguém pára o Benfica" ...


Fui solidário e dei-lhe um empurrãozinho para que chegasse ao passeio. Afinal o pobre estava prestes a ser atropelado...

publicado por MSA às 11:37
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"Aqui estou eu !!!"...

fatimafelgueiras.jpg
A ex-presidente da Câmara de Felgueiras, Fátima Felgueiras, foi detida hoje pelas autoridades policiais portuguesas no aeroporto de Lisboa, onde chegou às 7:00 vinda do Rio de Janeiro, no Brasil, disse à Lusa fonte policial.

A fonte da Polícia Judiciária adiantou que a autarca pediu para ser detida.

Agora, pergunto eu, não terá a dita senhora demorado um bocadinho a tomar tal decisão?...

Mesmo assim, Felgueirenses de gema, atentem aos desenvolvimentos desta notícia. É que ainda poderá haver alguém para esmurrar outra vez...!
publicado por MSA às 11:14
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Ânsias desfeitas.

Descobri como fazer para não sentir um constante aperto no peito.

Respiro apenas pensando no que ainda podemos fazer, dividir e criar...

Falta-me apenas ensinar-te o "truque". Mas está quase. E, ao mesmo tempo, vou reaprendê-lo eu...
publicado por MSA às 00:52
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2005

...

2banhistasDouro.JPG
"Dois banhistas à beira do Douro" - Simão César Dórdio Gomes (1928)
publicado por MSA às 18:53
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Um Poema para o dia 20 de Setembro de 2005.

ENTRE-VISTAS (Miguel de Sousa Azevedo)

olho a baía
que escurece…

e sinto a história,
que passa ao piscar
de um olho apenas
e que não esquece…

Forço os sentidos
e aperto a pele
que esmorece

vem a infância à razão
vem o mar que até dá pão
vem o amor numa prece
e que não esquece…

Angra do Heroísmo, 14-SET-2005
publicado por MSA às 18:42
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2005

Michael Park (1966-2005)

MichaelPark.jpg
Decorria a 15ª prova especial de classificação do Rali de Gales quando Markko Martin teve uma saída de estrada, embatendo com alguma violência numa árvore com o lado direito do seu Peugeot 307 WRC.
Infelizmente as consequências não se ficaram pela chapa do Peugeot, pois o choque motivou ferimrntos graves ao navegador Michael Park, que não conseguiu resistir ao forte embate acabando por falecer.
De pronto a Peugeot mandou que Marcus Gronholm abandonasse a prova, enquanto a organização decidiu dar a prova por terminada, tendo sido canceladas todas as cerimónias bem como a habitual conferência promovida pela FIA.
Michael Steven Park, nasceu a 22 de Julho de 1966, foi co-piloto de David Higgins, Abdullah Bakhashab e Markko Martin, piloto com o qual obteve diversas vitórias no Mundial de Ralis, tendo também marcado no seu palmarés o Sata Rali dos Açores de 2000 que venceu com o piloto Estónio.

Até sempre, Michael Park.


publicado por MSA às 11:06
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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2005

Espirros. (crónica)

atchim.JPG
Muitas vezes escrevo sobre coisas pessoais, outras sobre coisas banais, mas quase sempre tento dar um “ar” leve e despreocupado a estas crónicas…não vão elas deixar de cair no “goto” de alguns dos seus seguidores mais próximos. Pois, e virando-me de novo ao campo pessoal – ou não… - tentei passar a minha interpretação relativamente a alguns espirros. Isso mesmo, espirros…
Ora então, o espirro é uma função fisiológica originada pelo movimento súbito e convulsivo dos músculos da respiração, e produzido ordinariamente por excitação da membrana pituitária. O acto de espirrar chama-se esternutação, vem do latim esternumentum. Os antigos gregos e romanos tinham no espirro um presságio de grande significação. Aristóteles, filósofo grego que viveu de 384 a 322 a.c., ensinava assim aos seus discípulos: "O homem inspira e expira pelo nariz, pelo que o espirro é afinal expelir a respiração recolhida, e torna-se o único modo de expiração usado como presságio, sendo considerado como sobrenatural". O povo envolveu o espirro numa tela misteriosa servindo-se dele para manifestar bons desejos e pedidos de felicidade. É comum quando alguém espirra dizer-se “Saúde!”, “Felicidade!” ou “Viva!”, porque o espirro é sinal de boa sorte…quando não é de gripe. Tudo isto é fruto de alguma pesquisa, mas ainda sem o cunho “pessoal” que gosto de dar às coisas que escrevo.
É que eu tenho, de facto, uma relação estranha com (alguns) espirros. Julgo que por razões que a alergologia um dia irá explicar e, ocasionalmente, tenho “ataques” de espirros contudentes e agressivos. Na ordem dos vinte e trinta, sendo que já cheguei ao recorde de contar 47 espirros em curto espaço de tempo. Posso até basear-me no factor genético para esta particularidade, afinal o meu querido Avô Fernando espirrava energicamente quese todos os dias de manhã. Mas não se pense que ando aí a espirrar por tudo que é lado, nada disso. Os “meus” espirros estão normalmente relacionados com longas refeições ou acontecimentos do género em que a realidade dos pés debaixo da mesa e a barriga cheia prevalece…Ou seja, à primeira vista poder-se-à ligar os meus sinceros espirros a alguma má relação com ementas de elevado valor calórico, vinho tinto de boa colheita, ou cerveja estupidamente gelada. E é isso que me preocupa. Pelo que me dei ao trabalho de ir juntando estes motivos ancestrais que elevam os espirros de mero incómodo – e asseguro que um ataqunho de 25 espirros numa boda de um casamento é de todo incómodo… - à posição de presságio de felicidade ou fenómeno sobrenatural a agraciar uma situação de prazer.
Por exemplo, na Noruega se um doente espirra não morrerá. Acreditam mesmo, os noruegueses – que até vivem num dos países mais desenvolvidos do Velho Continente… -, que o espirro é a confirmação daquilo que se pensa. O mesmo acreditam os cossacos siberianos.
Quase todo o povo tem a sua superstição sobre o espirro. Em alguns clãs africanos é considerado uma ofensa espirrar na frente do Rei ou, se no momento de se casarem um noivo ou uma noiva espirrarem, tal pode ser sinal de má sorte. Enfim cada cabeça, sua sentença ou, melhor ainda, cada espirro tem a sua interpretação própria como se de uma obra de arte ou habilidade se tratasse. Isto tudo para resumir – e os meus mais próximos amigos que os vão contando por aí… - que, muito certamente, vou continuar a espirrar. Até porque isso apenas acontece em ocasiões especiais, por norma bem alimentadas e “regadas”, assim bem em jeito de elegia ao que se comemore na altura. E num claro sinal de que, cada um com a sua “arte”, estarei a contribuir para enaltecer o acontecimento e levá-lo longe no tempo pela recordação (também) de novo ataquinho de espirros. Ou, se quiser ser mais rigoroso, de cada vez que for acometido de sistemáticos movimentos súbitos e convulsivos dos músculos da respiração…
Poderia ainda falar de Temístocles, general ateniense que viveu 525 anos antes de Cristo, de Xenofonte, historiador, filósofo e general ateniense que viveu 430 antes de Cristo, de Ulisses, Penélope ou do seu filho Telêmaco, como forma de dignificar ainda mais – no longo mar dos tempos idos – o singelo acto de espirrar.
Mas, mais não digo. Atchim!
publicado por MSA às 16:49
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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2005

Sébastien Loeb deu o "nó"...(em estilo WRC)

LoebCasamento.jpg
O campeão mundial de ralis Sébastien Loeb "mudou" de equipa este fim de semana, passando para o "lado" dos casados. O casamento civil foi há um semana na Suiça onde o agora casal Loeb reside há dois anos, mas a cerimónia religiosa decorreu no passado Sábado em Toul - França - a terra natal da sua esposa.
A cerimónia foi simples mas teve centenas de convidados e milhares de entusiastas na rua. O facto curioso do desfile foi o carro dos noivos: nada mais nada menos que um Citroën Xsara WRC em que as únicas alterações eram as bacquets forradas de pérola e as letras "Severine" no vidro traseiro, por baixo do de Loeb, para além do habitual "Just Married" no vidro traseiro.
Sébastien Loeb e Severine Meny tiveram uma curta lua-de-mel, já que o francês está a efectuar os reconhecimentos para o Rali de Gales que se disputa este fim-de-semana.


publicado por MSA às 11:34
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from GON Studio (www.gon.web.pt)

SocratesTNT.jpg
publicado por MSA às 11:03
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Segunda-feira, 12 de Setembro de 2005

Um Poema para o dia 12 de Setembro de 2005.

BREVE POEMA DA TUA BOCA (Emanuel Félix)

Sorris
E na tua boca delicada
Paira o gesto de uma flor a abrir
De madrugada...
publicado por MSA às 10:22
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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2005

5 Anos 5 - e o sorriso aqui ao lado...

Foi há cinco anos (feitos daqui a duas ou três horas...) que te disse: -Sim.
Sim para seres a namorada que sempre quis, Sim para seres a noiva do véu puxado ao acaso, Sim para seres a mulher da vida que tenho contigo. Mais do que isso Sim para continuares, como minha grande e melhor amiga, a partilhar as curvas e sorrisos deste caminho.
Um caminho que, com cores de Mar ou de Rio, vamos trilhando numa busca constante de mais e mais felicidade. Os dois juntos já temos para dar e vender. Mas é tão só nossa...
Se fosse o caso, hoje dizia Sim outra vez. Acho que disse logo de manhã...
publicado por MSA às 13:04
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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2005

Novamente: A Televisão e os nossos ralis… (crónica)

MarioGarcia.jpg
Era por demais evidente, e face às queixas constantes que os amantes dos ralis nas nossas ilhas sustentam prova após prova, que um dia destes voltasse à conversa o tema das reportagens televisivas em torno das provas automobilísticas de maior relevo. Logicamente nem vou comentar o já passado “caso” da Super-Especial do SATA Rali Açores, classificativa para a qual a organização alterou a hora inicial de realização de forma a permitir a transmissão directa…e que a R.T.P.-Açores acabou por não efectuar para não pagar horas extraordinárias aos seus funcionários…de manhã!
Não venho, de modo algum, criticar gratuitamente e com anseios de não reconhecer a boa vontade de alguns, mas alertar para a falta de qualidade da grande parte das reportagens que tratam os ralis nos Açores, isto em termos televisivos porque ao resto nem vou correr o risco de ferir (mais) susceptibilidades. E tudo começa pelo prisma mais directo e fácil de mostrar: o local onde se captam as imagens. Ora, sendo os ralis provas de velocidade em que o espectáculo é exacatamente ver passar os carros depressa nas melhores zonas, o que levará as câmaras “oficiais” a escolher zonas frontais a travagens fortes que apenas permitem ver os carros a relançar a velocidade e não a demonstrá-la?...
Depois podemos sempre aferir da qualidade dos comentários, incomparavelmente repetitivos, e que poderiam ser decalcados de prova para prova pois o “sumo” é sempre o mesmo. Daí até às entrevistas aos pilotos é um salto e continuamos numa onda de desconhecimento e pouco cuidado na forma de abordar as incidências dos ralis e campeonatos. Aliás no resumo deste último “Lilás” ainda houve o estrear de uma nova situação: enaltecer a prova rápida de um piloto, no caso Jorge Rocha, e depois entrevistar outro e legendar o dito com o nome do atrás referido. É obra.
Sem muito me alongar gostava também de questionar a sequência de imagens que não visam o desenrolar da prova, umas vezes por ordem numérica, outras por ordem de classificação, outras por ordem nenhuma, exactamente copiando o pior dos modelos nacionais e internacionais (o “EuroSport” é especialista em “despistar” a nossa atenção do WRC…), e fazendo com que nos sintamos perdidos e sem conseguir acompanhar a reportagem de modo lógico. Que saudades dos resumos do Mário Rodrigues no anos 80, em que íamos do 1 ao 35 na parte rápida da Fonte Faneca/Veredas com os tempos e pronto…! E, já agora, qual é o critério que faz mostrar todos os concorrentes dos VSH e não todos os do Campeonato dos Açores? E quando digo todos refiro-me aos desistentes…mesmo os que não brilharam até parar. Será que sete ralis por ano são assim uma sobrecarga tão grande que não justifique mostrar todos os que participam nesta modalidade? É que os ralis nem fazem “sombra” aos outros eventos desportivos. Eles simplesmente não têm expressão de assistência quando há carros na estrada. Isso é inegável e mais que provado, pelo que só era de boa política o canal regional adoptar a técnica de acatar críticas seguir sugestões.
Depois também não compreendo porque é que há um resumo da prova, transmitido no Domingo à noite, e onde visivelmente não houve tempo (ou vontade) de fazer um levantamento das informações da prova de modo a que o mesmo seja elucidativo, e depois se espera pela Terça-feira para, no “Máquinas e Lazer” - do meu caro amigo Rui Ferreira - , se voltar a ver outro resumo – com imagens diferentes tiradas na mesma curva, por exemplo…- este já feito por quem de direito no que diz respeito a conhecimento dos meandros da modalidade, mas onde ainda se abrevia mais o conteúdo informativo da reportagem, se opta por ter várias vozes de fundo e, mesmo assim, “saem” asneiras como um vencedor errado na Fórmula 2 ou o erro crasso de programar o programa para as 22.15 e o mesmo ir para o ar meia hora antes…
Sinceramente não consigo entender a razão para não haver um programa especial dos ralis açorianos, como há por exemplo na Madeira, onde se pudessem ouvir comentários de antigos pilotos, de outros intervenientes nas provas, de pessoas de outra forma ligadas aos carros ou aos ralis, e onde enfim já se pudesse enveredar pelos “clips” musicais com os melhores momentos e os tão jocosos “apanhados”…
Ainda sobre este “Lilás”, e terei de esperar pela repetição do “Máquinas e Lazer” para confirmar se foi ou não referido o facto, convém referir que o acidente do campeão regional Gustavo louro foi causado por uma falha mecânica do Subaru. Possivelmente o bloqueio de um dos diferenciais esteve na origem da saída em “frente” na Estrada das Doze, como facilmente confirmou quem lá estava…ou mesmo o video que já circula na Internet e está no fórum do www.maisrallye.com . Essa era uma das tais informações que complementam uma reportagem. Ou seja mais uma das provas de que, para os lados da “nossa” televisão, continua a ser difícil distinguir o que é básico do que é acessório…
E nem estou com isto a defender o Gustavo, de quem sou amigo, de coisa alguma. Os resultados dele fazem-no bem melhor que eu…

Foto: www.contratempo.com
publicado por MSA às 15:34
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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2005

Estreia nos ralis com a diversão como objectivo...

MSousaMBendito.jpg
“Queremos terminar a prova e aproveitar ao máximo a oportunidade de viver um rali pelo lado de dentro”. É com este espírito que irá para a estrada a equipa estreante do 27º Rali Ilha Lilás, a sexta prova do Campeonato de Ralis dos Açores.
Marco Sousa e Miguel Bendito vão tripular o Toyota Yaris, habitualmente tripulado pela dupla António Cardoso/Jorge Ortins, e fazem parte do vasto leque de participantes da classe 5. Levam nas portas do carro nipónico o número 51 e estão confiantes em alcançar o pódio ao final da tarde de Sábado, na Praça Velha.
Marco Sousa (27 anos) é mais conhecido pela sua faceta de forcado nos Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, mas tem já no karting e nas motos prestações alcançadas de respeito. Nos pequenos bólides cumpriu mesmo duas temporadas onde habitualmente lutou pelos lugares cimeiros. Para esta estreia nas classificativas do asfalto terceirense Marco Sousa tem um objectivo definido: “Queremos, acima de tudo, chegar ao fim do rali e fazer com que possamos divertir o público, coisa que entre nós os dois já sabemos vai acontecer. Em termos de classificação não fazemos ideia do nosso andamento, até porque não estamos preocupados com isso. Queremos entregar o carro ao Toni (Ortins) a seguir à prova e ter esta participação para recordar como uma experiência gratificante”.
Miguel Bendito (25 anos), actual vice-presidente do Sport Clube Angrense para a área do Futebol, não tinha tido ainda contacto com a realidade dos ralis desta forma, mas está confiante numa prestação regular nos difíceis troços deste “Ilha Lilás”: “Vai ser uma estreia total, mas penso já estar preparado para desempenhar as funções de navegador, sendo que para isso contei com a ajuda de amigos já experimentados nestas lides. A nossa participação já estava delineada há alguns meses, quase em tom de brincadeira mas, e como se vê, tudo acabou por se concretizar de forma a estarmos à partida da prova. Logicamente que queremos terminar o rali e andar num ritmo regular. As histórias e peripécias, essas aparecerão depois…”.
A jovem equipa terá na estrada uma falange de apoiantes considerável e agradece ao seu leque de patrocinadores a ajuda que possibilitou a participação, nomeadamente CSI/Global Projectos; Escritório Digital; Petiska; P.B. Produções; A & B Farmacêutica; Luís & Miguel, Lda.; Vaz, Machado e Guitas; Junta de Freguesia da Conceição; Junta de Freguesia de São Pedro; Motolube; Amélia & Mercês, Cabeleireiros Lda.; O Fotógrafo; Construções Matos; Restaurante QuebraMar; Jerónimo Brasil Construções; Pirotecnia Oleirense; Frois e Silva; Tony’s Bar e o Aljabre.
Marco Sousa e Miguel Bendito realçaram ainda que houve “firmas e pessoas que nos ajudaram sem sequer quererem a contrapartida da publicidade no carro. A esses, e a todos os outros, o nosso agradecimento”.
O 27º Rali Ilha Lilás disputa-se nos dias 2 e 3 de Setembro nas estradas da Ilha Terceira e é uma organização do TAC - Terceira Automóvel Clube.

Angra do Heroísmo, 1 de Setembro de 2005

Press-Officer- Miguel de Sousa Azevedo.
publicado por MSA às 15:11
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Os motores já aquecem na Ilha Terceira...

CartazOficial-pequeno.JPG
Faltam poucas horas para que, pela terceira vez este ano, os motores dos carros de rali encham de animação e disputa as estradas da ilha Terceira. Com a realização do Rali Além Mar/XXVII Ilha Lilás o Terceira Automóvel Clube dá mais um contributo para um Campeonato onde a qualidade e o profissionalismo têm imperado. Com a atribuição do título a poder juntar-se à festa da chegada, no próximo Sábado na Praça Velha e defronte dos Paços do Concelho de Angra do Heroísmo- Cidade Património Mundial, este rali reveste-se de extrema importância já que a luta será mesmo "a doer". Líder do Campeonato, e apenas derrotado este ano no segundo dia do "SATA" e em Santa Maria, Fernando Peres conta com a vantagem pontual e ainda com o facto de os seus adversários dependerem de azares do piloto portuense para o alcançarem na tabela. Motivado pelo recente triunfo na ilha do Sol, Horácio Franco tentará levar até ao último rali as hipóteses de chegar ao título. Mais atrasado, mas com a aparente vantagem de jogar em casa (se é que, a este nível, esse factor ainda é preponderante...), Gustavo Louro vai estrear o Impreza Spec C na Terceira e tentará junto do seu público levar de vencida a concorrência.
Numa segunda linha há três pilotos a destacar: Paulo Pereira, Ricardo Moura e Luís Pimentel, cada qual com argumentos para se chegar o máximo possível ao trio da frente, havendo que salientar as prestações brilhantes de Moura ao volante do EVO 5 "muleto" de Fernando Peres. Se a estes juntarmos os nomes de Luís Rego, Fernando Casanova ou Ricardo Carmo então será fácil "diagnosticar" o síndrome da emoção nesta prova. Ainda em disputa acesa pela Fórmula 3 Artur Tavares e Carlos Costa, agora com "montadas" idênticas, terão alento para uma boa e saudável luta, se bem que o piloto do Saxo vermelho esteja em nítida vantagem pontual. Com Hélder Silva encaminhado no particular do título da F2, e com a maioria dos pilotos dos VSH presentes em prova, apenas falta completar a "receita" com a "cereja" dos Clio 1200 do Troféu Olavo esteves Competições/Açorlanda ainda em busca de vencedor na edição de estreia.
Em suma tudo se vai compondo, quando o tempo é ainda de reconhecimentos e dos tão habituais pequenos "retoques" (que não "toques", pois nada convêm a esta altura...), para um fim-de-semana bem passado com a festa dos ralis a dar aquele colorido tão especial a estas, já de si, bonitas paragens...

publicado por MSA às 01:17
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